Imagens e informações postadas em redes sociais, como Twitter, Facebook e Orkut, estão se transformando em armas nos tribunais. Advogados recorrem a imagens e informações postadas pela outra parte em ações de divórcios e pensões, por exemplo.
A informação é de reportagem de Eliane Trindade publicada na edição da Folha deste sábado.
Segundo o desembargador Paulo Dimas, presidente da Associação dos Magistrados do Estado de São Paulo, já existe uma consistente jurisprudência que leva em conta imagens e posts de redes sociais pelo menos como início de prova em processos cíveis e criminais.
Estagiária em um escritório de advocacia, Beatriz Auriemo, 26, postou no Facebook uma foto de uma cliente em uma festa de confraternização. "Fomos surpreendidas com o uso da imagem como prova de que ela trabalhava em nosso escritório", relata a estudante. Para não pagar pensão, o ex-marido da amiga queria demonstrar que ela tinha uma fonte de renda.
FOLHA