Um membro da Guarda Nacional dos EUA foi considerado culpado pelo homicídio premeditado de um eletricista afegão com um tiro, à queima-roupa, na cabeça no ano passado.
Os promotores argumentaram que Miller atirou e matou Atta Mohammed em Masamute Bala, no Afeganistão, com uma pistola Beretta em setembro. Eles ainda afirmaram que Miller pegou a arma de outro soldado, estendeu a vítima no chão e então atirou nele.
O advogado de defesa, Charles Gittins, argumentou que Miller agiu em legítima defesa, pois teria achado o homem uma ameaça, e, por isso, Miller não era culpado.
Meses atrás, em entrevista, o filho da vítima disse que, apesar de não estar no momento do crime, soube que seu pai foi tirado de casa por soldados americanos e afegãos, espancado em um banheiro de uma escola e morto com um tiro na cabeça.
Miller é membro da Guarda Nacional de Connecticut - anexa ao Fort Campbell, que abriga a 101ª Divisão Aérea.
REUTERS/FOLHA