sábado, 15 de janeiro de 2011

U.S. permits more travel to Cuba

WASHINGTON, Jan. 15 (UPI) -- The Obama administration announced a further easing Friday of travel to Cuba by U.S. religious and cultural groups and students.

Only Cuban-Americans, journalists and a few people in other categories have been allowed to visit the island nation recently. The change in regulations will also allow U.S. citizens to donate up to $2,000 a year to Cuban religious organizations and to help Cubans with small businesses, The Washington Post reported.

Former President George W. Bush clamped down on travel to Cuba and on sending money there. Regulations like those President Barack Obama has ordered were in place under former President Bill Clinton.

"We see these changes as increasing people-to-people contact, helping strengthen Cuban civil society and frankly making Cuban people less dependent on the Cuban state," a senior administration official told reporters.

U.S. Rep. Ileana Ros-Lehtinen, R-Fla., the chairwoman of the Foreign Affairs Committee and one of the most prominent Cuban-American politicians, disagreed.

"These changes will not aid in ushering in respect for human rights," she said. "And they certainly will not help the Cuban people free themselves from the tyranny that engulfs them".

A Communist Party Congress scheduled for April is expected to allow more private enterprise in Cuba, the Post said. UPI

Police officer gunned down in N.J.

LAKEWOOD, N.J., Jan. 15 (UPI) -- A young patrolman was gunned down Friday when he pulled over to question a pedestrian in Lakewood, N.J., police said.

Christopher Matlosz, 27, was shot three times at close range, the Asbury Park Press reported. Witnesses told police Matlosz, sitting in his patrol car, was talking to a young man who suddenly pulled out a handgun and began firing.

Police were searching for a suspect identified as Jahmell W. Crockam, 19.

Ocean County Prosecutor Marlene Lynch Ford said the gunman fired three times, hitting Matlosz every time. Matlosz was pronounced dead just before 5 p.m. EST at Jersey Shore Medical Center.

"Our investigation so far indicates that the officer was conducting a routine kind of stop," Ford said. "The individual was a pedestrian and there was an exchange, not hostile".

Witnesses said Matlosz did not have time to draw his gun, KYW-TV, Philadelphia, reported.

Matlosz was engaged to be married and is survived by his mother and a brother, KYW said. UPI

Russia protests British treatment of 'spy'

LONDON, Jan. 14 (UPI) -- British authorities should either charge a Russian woman who was arrested or drop stringent terms of release on bail, the Russian Foreign Ministry said Friday.

Katiia Zatuliveter, 25, was working as an aide to Mike Hancock, a Liberal Democrat member of Parliament who sits on the Defense Select Committee. She was arrested Dec. 2 and freed on bail 11 days later.

The Foreign Ministry said the conditions of her release are unacceptable, RIA Novosti reported.

"Her passport was seized, she was forbidden to meet with anyone other than relatives, lawyers and doctors, and was not allowed to visit public places," the ministry said. "The British authorities have not only been unable to prove that our citizen is in any way guilty, but has not even named any charges against her".

Zatuliveter has denied using her position with Hancock to gather information for Russian intelligence agencies. British authorities say the only current charges are immigration violations.

Because one of the witnesses is a top British intelligence official who will not be available until October, a hearing in the case is scheduled Oct. 18 through Oct. 21. UPI

Geithner: Chinese inflation benefits U.S.

WASHINGTON, Jan. 14 (UPI) -- Inflation in China will give U.S. businesses a better advantage in trade with the country, Treasury Secretary Tim Geithner said Friday.

The combined effect of China increasing the value of the renminbi relative to the dollar, and China's greater rate of inflation, will boost the dollar more than 10 percent a year, he said at a White House media briefing.

While U.S. imports from China are likely to be greater than its exports for some time because of the much larger size of the U.S. economy and the relative wealth of its citizens, the United States benefits from the relationship, Geithner said.

"Last year our exports to China passed the $100 billion mark," he said. "They're growing at about twice the pace of our exports to the rest of the world. What that means is our exports to China will double in the next four to five years, and that means China is likely to become our largest trading partner sometime roughly 10 years from today". UPI

Washington readies fror Hu visit

WASHINGTON, Jan. 14 (UPI) -- President Barack Obama plans an intimate dinner with Hu Jintao when the Chinese president visits Washington, National Security Adviser Tom Donilon said Friday.

Hu is scheduled to be in Washington from Tuesday through Thursday next week, Donilon said. On Tuesday night, Obama will host a dinner with Hu and two advisers plus Donilon and Secretary of State Hillary Clinton.

The president is also putting on a state dinner for the Chinese president Wednesday night.

Donilon said the U.S. relationship with Japan, South Korea and some of the rising states in East Asia is stronger since Obama became president. But he said the U.S.-China relationship remains critical to the region.

"Those nations absolutely count on the United States to engage in a productive, positive relationship with China, to manage that relationship with China, because that's obviously a very important part of the stability and security in the region," Donilon said. UPI

Crise põe fim ao "modelo tunisiano"

A atual crise na Tunísia expõe o fracasso de um sistema visto por muito tempo no Ocidente como um modelo no mundo árabe.

O país governado por 23 anos pelo ditador Zine el Abidine Ben Ali ostenta indicadores sociais e econômicos melhores que os dos vizinhos, mantém relações estreitas com EUA e Europa e é tido como um destino turístico dos mais seguros.

A Tunísia é há décadas mencionada como um dos países árabes e muçulmanos onde os direitos da mulher são os mais avançados.

O sistema de governo, laico e estável, era comparado ao da Turquia. Embora denunciado com frequência por violação de liberdades políticas, o regime direitista não tinha histórico de violência como o Iraque de Saddam Hussein ou a atual Síria.

Segundo analistas, o clima de tranquilidade aparente era reflexo de um pacto implícito imposto por Ben Ali à população.

Pelo acordo, os tunisianos aceitariam um Estado onipresente e controlador em troca de serviços públicos de qualidade e paz para todos, em forte contraste com a conturbada vizinha Argélia.

O governo registra a seu favor uma das mais nítidas progressões mundiais de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano da ONU). Ao ocupar a 80ª no ranking mundial --o Brasil é 73º--, a Tunísia é um dos raros Estado africanos a entrar na lista dos países com IDH médio.

A evolução é atribuída pela ONU a "reformas impressionantes" nas áreas de saúde e educação. A expectativa de vida é de 74 anos, contra 70 para a média dos países árabes.

Os dados econômicos também são favoráveis.

O governo tunisiano diz ter resistido bem à crise global de 2008. Pelas contas oficiais, o país cresceu 3,1% no ano seguinte e previa recuperar neste ano o patamar de 4%, próximo ao registrado antes da recessão.

Aos olhos das agências de classificação de risco, a Tunísia tinha até semanas atrás um dos melhores ambientes para investimento e negócios em toda a região.

O sentimento de que os números favoráveis não se refletiam no dia a dia da população foi um dos principais motores da atual revolta popular.

O desemprego oficial é de 13%. Entre os jovens a taxa dobra. O levante atual tem proporções inéditas, mas houve nos últimos meses protestos menores contra a incapacidade do governo de criar condições de emprego.

As dificuldades econômicas da população contrastavam cada vez mais com o enriquecimento do clã dominante, o da família da primeira-dama Leila Trabelsi.

A família Trabelsi controla os setores-chave da economia, -indústria, turismo e fosfato. A corrupção em todos os setores do governo é tida como endêmica.

O clima de insatisfação generalizada era acirrado pela ausência de imprensa livre e de pluralidade partidária.

A Anistia Internacional acusa o regime de torturar oponentes e a ONG Repórteres Sem Fronteiras rebaixou o país da 154ª a 164ª posição no ranking mundial da liberdade de imprensa. Folha Online

Embaixada do Brasil diz não ser afetada por decisão de bancos americanos

A Embaixada do Brasil em Washington e a Missão do Brasil na ONU, em Nova York, afirmaram à Folha não terem sido afetadas pelos problemas em contas bancárias americanas.

Várias embaixadas nos EUA têm reclamados que instituições financeiras como o JPMorgan têm fechado suas contas bancárias sem dar explicações.

Os funcionários da embaixada e da missão brasileiras recebem seus salários pelo Banco do Brasil nos EUA. Os pagamentos a pessoas jurídicas também são feitos pela mesma instituição.

Segundo diplomatas, as embaixadas brasileiras enfrentam problemas de pagamentos em capitais de países que sofrem sanções unilaterais dos EUA.

Assim, há dificuldades para transações bancárias em Havana (Cuba), Pyongyang (Coreia do Norte), Teerã (Irã) e Cartum (Sudão).

Segundo o "Wall Street Journal", que revelou o caso no fim do ano passado, a decisão dos bancos americanos de fechar as contas de embaixadas se deve ao alto custo de seguir as normas do governo dos EUA sobre lavagem de dinheiro.

Manter essas contas não seria lucrativo para os bancos, que teriam despesas com o monitoramento de sinais de lavagem de dinheiro e de atividades terroristas.

Além disso, as instituições se preocupam com a sua imagem, que poderia ser afetada caso, por exemplo, dinheiro usado em um ataque terrorista tivesse passado pelas suas contas.

Para as embaixadas afetadas, a decisão dos bancos se tornou um problema, já que várias delas estão com dificuldades para abrir contas --o caso afeta principalmente países pobres da África. Folha Online

Dilma Rousseff usa batom 'cereja queimada' em foto oficial

Sorridente, usando brincos de pérolas e com o topete milimetricamente penteado. Assim é a imagem de Dilma Rousseff que será espalhada nos próximos dias por todos os gabinetes de autoridades e repartições federais do país.

O Planalto divulgou ontem o retrato oficial da primeira mulher a ocupar a Presidência da República.

Ela adiou a foto para garantir a presença do cabeleireiro Celso Kamura, responsável por sua transformação visual na campanha.

"Fiz a mesma beleza que ela já vinha usando, mas forcei a maquiagem nos olhos e usei um batom mais forte, cereja queimada", contou.

Dilma foi clicada domingo passado na varanda do Palácio da Alvorada, sua futura residência. A exemplo de Lula, posou diante das famosas colunas de Oscar Niemeyer --mas se posicionou do lado interno, e não no gramado.

A sessão durou cerca de uma hora e meia e foi comandada por Roberto Stuckert Filho.

"Foi bem tranquilo. Ela é fácil de ser fotografada", contou Stuckert, que escolheu o cenário no dia anterior.

Dilma chegou a provar um blazer branco, mas optou por um modelo creme (ou "off-white", como preferem os estilistas). Ela fez questão de escolher a opção que será distribuída.

O primeiro exemplar do retrato foi apresentado ontem cedo à presidente e já está pendurado em seu gabinete, na mesma moldura que enfeitava a foto de Lula.

Segundo Stuckert, não houve manipulação digital da imagem: as únicas intervenções no rosto de Dilma foram feitas por Kamura.

O resultado foi aprovado por José Fujocka, diretor de produção em São Paulo. "Não houve exageros de retoques. É possível ver a textura da pele e algumas marcas de expressão", disse. "Talvez tenha sido feita uma suavização nos pés de galinha, mas nada muito exagerado".

O primeiro exemplar do retrato foi apresentado ontem de manhã à presidente e já está pendurado em seu gabinete, na mesma moldura que enfeitava a foto de Lula.

O governo abrirá licitação em caráter de urgência para selecionar a gráfica que vai imprimir de 10 mil a 12 mil cópias da foto, em papel cuchê.

O edital preparado pela Presidência exigirá que a imagem seja reproduzida em 50 x 60 cm, com margens brancas. A expectativa é que a impressão custe algo entre R$ 5.000 e R$ 7.000 aos cofres públicos.

O autor da imagem sucedeu o irmão, Ricardo Stuckert, no cargo de fotógrafo número um do poder. O pai deles, Roberto, ocupou o mesmo posto no governo de João Figueiredo. Folha Online

Dilma determina corte que deve atingir investimentos

Em sua primeira reunião ministerial, a presidente Dilma Rousseff determinou que sua equipe priorize os cortes em seus orçamentos, começando por gastos de custeio, mas atingindo também, se necessário, os investimentos para cumprir a meta de superavit primário de 3% do PIB.

A contenção de despesas foi a mensagem mais forte da reunião: nem o PAC será poupado. Dilma (chamada por Lula de "mãe" do programa) autorizou que só obras em andamento continuem, sem iniciar novas.

"O PAC está preservado dependendo do tamanho do contingenciamento que se deve fazer", disse Miriam Belchior (Planejamento).

Segundo a Folha apurou, a avaliação é que apenas as reduções de custeio não são suficientes para fazer a economia para o pagamento de juros da dívida --o superavit primário.

Segundo um ministro, Dilma fez questão de dizer que não está propondo "choque de gestão como o dos tucanos", mas que haja maior eficiência nos gastos.

A presidente se mostrou insatisfeita com as projeções de corte feitas pela equipe econômica, sinalizando que deseja um bloqueio menor que os R$ 50 bilhões sugeridos. O valor do corte deve superar os R$ 40 bilhões.

A reunião começou por volta das 14h30, com todos os 37 ministros. Em sua fala, Dilma mandou outros recados: disse que não vai aceitar divergências públicas em sua equipe, citando a questão do salário mínimo.

Ao final do encontro, o ministro Guido Mantega (Fazenda) anunciou que o valor do salário mínimo a partir de fevereiro será de R$ 545.

Para evitar paralisia no governo, Dilma disse que "contará até três" quando houver brigas, revelando seu método para dirimir conflitos: o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) fará três reuniões com os envolvidos para chegar ao consenso. Se isso não ocorrer, ela vai "arbitrar".

Palocci também falou de cortes e da necessidade de unidade dentro do governo. Segundo ele, haverá espaço para discussão sobre cortes, mas, uma vez decididos, não serão permitidas revisões.

Dilma deu prazo até 4 de fevereiro para que as pastas proponham cortes e sinalizou redução imediata nos gastos com passagens, aluguéis e compra de móveis.

As despesas de custeio passíveis de corte, excluindo o PAC, somam R$ 36,8 bilhões. Mas não é possível cortar todos esses gastos, porque paralisaria os órgãos.

Dilma disse que anunciará em março o Plano Nacional de Combate à Miséria. Pediu a ministros que apresentem projetos até 28 de fevereiro.

Outro tema espinhoso, a composição política com partidos aliados, foi abordado pela presidente.

Ministros alertaram que o corte orçamentário não pode inviabilizar a liberação de emendas parlamentares sob ameaça de rebelião no Congresso. Na formação do segundo escalão, Dilma cobrou critérios técnicos. Nas agências reguladoras, não aceitará indicações políticas. Folha Online

Falta de planejamento fez chuva no Brasil matar mais que na Austrália, diz especialista da ONU

A falta de “comunicação” e de um plano de emergência foram fatores que pesaram para que as fortes chuvas na região serrana do Rio resultassem em uma tragédia maior do que a ocorrida em Queensland, na Austrália, também submersa recentemente pelas águas. A opinião é de Margareta Wahlström, subsecretária-geral da ONU para a Redução de Riscos de Desastres.
“Por causa da ocorrência de ciclones, a Austrália já tinha começado a se preparar para o imprevisível. As autoridades sabem como evacuar as áreas e a população escuta as orientações pelo rádio”, explicou à BBC Brasil.
No país da Oceania, inundações em três quartos do Estado de Queensland haviam provocado 13 mortes até a última quarta-feira. Na serra fluminense, o saldo de mortos passou de 400 na tarde de quinta-feira.
Para Wahlström, o Brasil poderia ter evitado mortes se tivesse planos de emergência eficazes. Ela cita como exemplo iniciativas de outros países em desenvolvimento, como a Indonésia, que "apesar de ser uma nação pobre, têm planos de evacuação diante de ameaças de terremoto e de erupção de vulcão, por exemplo".
"São iniciativas que salvam vidas", diz ela.
Monitorar as áreas de risco e montar um sistema de alerta - com a designação de um líder para orientar a população e a criação de abrigos pré-definidos para receber moradores - são medidas consideradas básicas por Wahlström para evitar mortes como as ocorridas em Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo.
“As pessoas precisam saber para onde ir e como ir, qual seria o caminho mais seguro. Uma solução comum são centros comunitários preparados para receber a população”, afirmou à BBC Brasil.
Wahlström tem mais de 25 anos de experiência em gestão de catástrofes e coordenou pelas Nações Unidas a assistência às comunidades atingidas pelo tsunami de 2004 na Ásia. Em 2010, viu de perto no Rio de Janeiro as consequências da chuva no início do ano. No mês passado, esteve em Queensland, no local que está sendo assolado pelas enchentes.
“No Brasil, ainda há muito a ser feito em termos de planejamento urbano. Os governos têm que trabalhar com a população e realmente proibir construções em áreas de risco. Muitas regulamentações existem, o problema é que nem sempre são cumpridas”, disse a subsubsecretária-geral da ONU para a Redução de Riscos de Desastres.
Segundo Wahlström, os desastres naturais nos últimos 10 anos provocaram prejuízos de quase US$ 1 trilhão na economia global. São perdas que poderiam ser em grande parte evitadas. Um estudo citado pela representante da ONU aponta que, para cada US$ 1 investido em prevenção, é possível economizar pelo menos US$ 7 em resgates e reconstrução.
“Não é necessário sofrer assim. Há uma escolha (a ser feita), e a escolha é planejar. O número de desastres vai continuar crescendo, e todo investimento em planejamento é um bom investimento”, opinou. BBC Brasil

Estados Unidos eliminará el 'costoso muro virtual' en la frontera con México

El Gobierno de Estados Unidos planea eliminar el 'muro virtual' en la frontera con México para combatir el tráfico de drogas e indocumentados, dijo el viernes un importante legislador demócrata
El proyecto, administrado por Boeing Co, ha costado desde su puesta en marcha en 2008 alrededor de 1.000 millones de dólares y busca reunir tecnologías de cámaras, sensores y radares para detectar a quienes intentan cruzar la frontera de forma ilegal.
"El programa SBInet ha sido una decepción grave y costosa desde su creación", dijo el representante Bennie Thompson, un legislador demócrata de la Comisión de Seguridad Nacional de la Cámara baja, en un comunicado que destacó que el Departamento de Seguridad Nacional terminaría el proyecto.
Un portavoz del departamento estadounidense no hizo comentarios de inmediato. El Mundo

Venezuela veta la telenovela colombiana 'Chepe fortuna' por 'xenófoba'

La estatal Comisión Nacional de Telecomunicaciones (Conatel) de Venezuela pidió a una estación local de televisión que suspenda de manera inmediata las emisiones de la novela colombiana 'Chepe fortuna' por su "tratamiento denigrante" al país petrolero.
La telenovela, una producción de la cadena colombiana RCN, tiene entre sus personajes a una secretaria llamada 'Venezuela', interpretada por Rosalba Goenaga, la que tiene como mascota a un perro llamado 'Huguit'.
Según el Conatel, el personaje Venezuela "es caracterizada reiteradamente como asociada a actividades delictivas, injerencismo y ramplonería, símil que denota la descarada manipulación del guión para desmoralizar a la población venezolana".
"Tras un detenido análisis, se evidenció que estos contenidos promovían la intolerancia política y racial, la xenofobia y la apología del delito", añadió el ente.
Televen, el canal privado que emite la teleserie, no emitió el capítulo de 'Chepe fortuna' el jueves y cesó los avances y publicidades de la historia de un pescador humilde que se enamora de una rica heredera.
No fue posible contactar a nadie en Televen para obtener su versión.
El comunicado publicado en el sitio web de Conartel está acompañado con una serie de videos de 'Chepe fortuna' en la que se escucha un diálogo de 'Venezuela' en el que se pregunta qué va a ser tras la desaparición de 'Huguito' a lo que su interlocutor responde "vas a ser libre Venezuela". Colombia y Venezuela trabajan por recomponer sus relaciones tras una profunda crisis que llevó al presidente Hugo Chávez a romper relaciones diplomáticas con Bogotá y a congelar el comercio binacional.

'12 corazones', también retirado

El programa '12 corazones', por su parte, representa "el exhibicionismo y la obscenidad", simplifica "la relación amorosa a mera genitalidad" y expone "a mujeres y hombres como mercancías", añadió el ente regulador de las telecomunicaciones en Venezuela.
Conatel informó que ese programa de citas "concentra el mayor número de denuncias de los televidentes venezolanos", que las presentaron "a través de la línea 0800 y de la página web de la Comisión".
En diciembre pasado, Televen y la privada Venevisión sacaron de su programación los programas 'Caso Cerrado' y '¿Quién tiene la razón?', unos 'reality shows' sobre situaciones conflictivas judiciales.
Conatel los exhortó entonces a suspender la transmisión de ambos programas porque sus contenidos no eran adecuados para niños y adolescentes. El Mundo

Fracasa la negociación entre el Gobierno y los manifestantes por alza del gas en Chile

El Gobierno confirmó esta noche el "quiebre total" de la mesa de diálogo entre el Ejecutivo y los dirigentes de la región de Magallanes que buscaba poner fin a una protesta indefinida en esa zona por el anuncio del alza del precio del gas.
Mientras el subsecretario del Interior, Rodrillo Ubilla, destacó la intransigencia de los dirigentes de la Asamblea Ciudadana que participaron en las conversaciones, representantes de esta última dijeron a los periodistas "que todo terminó por la tozudez del Gobierno".
Minutos antes, el obispo de Punta Arenas, Bernardo Bastres, "facilitador" en esta instancia, también confirmó a los periodistas el fracaso total de las negociaciones.
El prelado había aceptado ejercer de mediador, aunque siempre reconoció el apoyo a las movilizaciones de los habitantes de la región de Magallanes, situada a más de 2.000 kilómetros al sur de Santiago.
Los habitantes de la región más austral del planeta, protestan contra la decisión, tomada a fines de diciembre por la estatal Empresa Nacional del Petróleo (Enap), de incrementar a partir del uno de febrero un 16,8 por ciento el precio del gas a los usuarios de Magallanes.
El subsecretario del Interior, afirmó esta noche que "hay gente que no quiere el diálogo" y se mueve por "ventajas personales".
Ubilla explicó que el gobierno puso sobre la mesa una oferta de elevar el precio del gas sólo basado en la inflación (3,0%), en lugar del 16,8% de aumento inicial que generó el paro en la zona austral.
En tanto, José Hernández, titular de la Asamblea Ciudadana dijo a los periodistas que la mesa se quebró definitivamente y esperamos que en algún momento se restaure las conversaciones.
"Hemos visto que se fue un ministro, en alusión a la renuncia este viernes del ministro de Energía, Ricardo Raineri, y ahora nos estaban pidiendo una tregua de 48 horas y nosotros no estamos dispuesto a hacerlo porque entendemos que éste es un sólo gobierno y que tiene que responder a las demandas ciudadanas", añadió.
En la región cientos de visitantes chilenos y extranjeros permanecen aislados debido al bloqueo de las rutas de la región austral, que alberga el conocido Parque Nacional de Torres del Paine y otros destinos turísticos.
En esta línea, unas 2.500 personas, la mayoría argentinos, presionan en la isla de Tierra del Fuego, que es mitad chilena y mitad argentina, por la paralización de los transbordadores que cruzan el Estrecho de Magallanes, bajo soberanía chilena.
Según versiones radiales, prácticamente el cien por ciento de los supermercados cerraron sus puertas, en las estaciones de servicios escasea el combustible y no hay locomoción colectiva.
"La ciudad de Punta Arenas ha quedado aislada físicamente y políticamente, pero no renunciaremos a la protesta", afirmó a los periodistas un puntarenense que mantenía viva una fogata. El Mundo

Acusan a la organización de los Globos de Oro de aceptar sobornos

Un ex publicista de la Asociación de la Prensa Extranjera de Hollywood (HFPA), organizadora de los Globos de Oro, ha acusado a esta organización de aceptar sobornos de los estudios a cambio de favorecer a algunas películas en estos premios, informó hoy The Hollywood Reporter.
El caso fue presentado el jueves en la Corte Superior del condado de Los Ángeles, apenas cuatro días antes de la celebración de la 68 edición de los Globos de Oro, unos galardones que concede anualmente la HFPA, colectivo formado por menos de un centenar de periodistas.
Según la denuncia del publicista Michael Russell, que fue empleado de la HFPA entre 1993 y 2010, los miembros de esta asociación aceptan viajes de vacaciones y regalos a cambio de su voto por un filme para los Globos de Oro.
Russell también ha asegurado que hay socios de la HFPA que reciben pagas de los estudios para tratar de influir en el voto de sus compañeros.
"Esas prácticas permiten que los miembros se beneficien ilegalmentede su pertenencia a esa asociación sin ánimo de lucro, y violan la ley federal de comunicaciones, que prohíbe tramas de sobornos", se indica en la denuncia.
"Muchos miembros de la HFPA no son periodistas a tiempo completo y dependen del ingreso que generan de esas prácticas cuestionables", denuncia Rusell, quien señala que hay socios que incluso venden espacio en la alfombra roja de los premios a medios desconocidos para obtener ganancias.
El publicista fue despedido el año pasado después de tratar de convencer al presidente de la asociación, Philip Berk, de que se pusiera fin a"pactos contrarios a la ética y potencialmente ilegales", según la versión de Russell.
"Berk admitió expresamente que esas actividades eran problemáticas y que la HFPA era una organización corrupta, que sus miembros solo la usaban para generar ingresos para ellos mismos y que existen muchos conflictos de intereses entre las actividades de la HFPA y sus miembros", según la documentación presentada al juez.
Russell reclama ahora ante los tribunales una indemnización de 2 millones de dólares por la ruptura del contrato, fraude y difamación y por la violación del código de negocios y profesional de California.
No es la primera vez que la HFPA es puesta en entredicho públicamente en Estados Unidos, donde algunos influyentes periodistas de Hollywood han reiterado sus dudas sobre la integridad del sistema de elección de los ganadores de los Globos de Oro. El Mundo

Los 'pistoleros del Oeste' se dan cita en Tucson

Una semana después de la tragedia que ha conmovido Estados Unidos, los 'pistoleros' del oeste americano se dan cita en Tucson. La Feria de Armas 'Crossroads of the West' llega este viernes a la ciudad más emblemática del sur de Arizona, que abre sus puertas a uno de los mayores eventos anuales de armas de fuego.
Ni por un momento se han planteado suspender el acto como señal de duelo. El organizador, Bob Templeton, ha expresado sus condolencias a las víctimas pero ha recordado que la congresista Gabrielle Giffords –herida en el tiroteo que causó seis muertos el pasado sábado- ha sido siempre "una defensora de la segunda enmienda de la Constitución que protege el derecho a llevar armas".
"Giffords es amiga de los propietarios de armas", declaró Templeton al 'USA Today'. "Siempre ha hecho un esfuerzo por tender puentes de entendimiento entre los dos partidos".
La congresista Giffords llegó a presumir en cierta ocasión de tener una Glock de 9 milímetros y de "ser buena disparando". La misma pistola fue la que utilizó Jared Lee Loughton para atravesarle el cráneo con una bala. Pese a la conmoción causada por la tragedia, las ventas de modelos semiautomáticos de Glock se han disparado un 60% en Arizona desde el tiroteo.
"No quiero que nadie piense que esto es bueno para mí", ha reconocido Greg Wolff, propietario de Glockmeister, que ha agotado en seis días las existencias de la famosa pistola fabricada en Austria. Wolff asegura que el aumento en la venta de armas es "algo habitual" tras incidentes con pistolas, ante el temor de un endurecimiento de las leyes de control de armas que haga más difícil su adquisición.
Arizona es uno de los estados más permisivos para la venta de armas. Todo lo que necesitó Jared Lee Loughton fue mostrar su carné de conducir, esperar unos minutos al 'chequeo' de antecedentes policiales y recibir el visto bueno no sólo para comprar una Glock 19 por 499 dólares, sino varios cartuchos adicionales de 33 balas (45 dólares) para poderdisparar sin recargar.
En las Ferias de Armas como la que llega a Tucson –profusamente anunciada con carteles amarillos por toda la ciudad- la adquisición de pistolas y rifles de asalto, de primera o segunda mano, es aún más fácil que en las tiendas. La 'Encrucijada del Oeste' cuenta además con 'shows' de tiro y atracciones familiares. Además de reponer municiones, los mayores pueden asistir a cursos de tiro y de instrucción sobre cómo camuflar un arma.
Los organizadores esperan convocar a miles de aficionados a las pistolas en los recintos feriales de Tucson. Lejos de perjudicar sus intereses, Bob Templeton asegura que el tiroteo y la cobertura mediática "ha incrementado el interés por la autodefensa". El Mundo

Una firma de Nueva York paga 50 millones de dólares por los derechos de Marilyn Monroe

Marilyn Monroe sigue valiendo su peso en oro, 50 años después de su desaparición por una sobredosis de barbitúricos. Una empresa con sede en Nueva York, Authentic Brands Group, anunció este viernes que pagará 50 millones de dólares por hacerse con los derechos del nombre y la imagen de la actriz californiana, con la intención de crear nuevos productos como una línea de ropa, artículos para el hogar e incluso películas, como en los viejos tiempos.
Claro que será usando tecnología y con la idea de que Monroe participe en futuras series de televisión y en cintas de Hollywood, creando quizá una tendencia para que se incorporen otras leyendas ya fallecidas de los años dorados de la meca del cine.
El plan fue de Jamie Slater, el empresario canadiense y presidente de Authentic Brands Group —con sede en Nueva York—, que pretende lavar la imagen de Norma Jean con productos más elegantes y que tengan relevancia en el mercado.
"No estamos realmente interesados en baratijas ni basura", aseguró Slater al 'New York Post' sobre su estrategia comercial. "No es que no me parezca un buen negocio, productos como calendarios, posters y gafas de sol, pero eso no es lo que queremos hacer con Marilyn Monroe".
La sociedad, en la que también estará involucrada la empresa National Collectibles, contará con Anna Strasberg, tercera mujer del célebre Lee Strasberg por su "método" para actores como James Dean, Marlon Brando o Robert de Niro. Monroe, que también pasó por las manos del ilustre profesor para hacerse un hueco en la industria, mantuvo una estrecha amistad con Anna Strasberg, que desde la muerte de la actriz en agosto de 1962 se encarga de gestionar su patrimonio.
"Realmente me quedé impresionada con la clase de ideas creativas que han puesto sobre la mesa", dijo Strasberg, quien espera renovar la imagen de su representada con esta operación.
Una vez que está disponible la nueva línea de ropa, en la que se incluirán bolsos y perfumes, se retirará parte de los antiguos productos con la imagen de "la ambición rubia" de puntos de distribución tradicionales, como Times Square en Nueva York. El Mundo

Amputan parte de la pierna de la actriz Zsa Zsa Gabor

La actriz  Zsa Zsa Gabor, una referente por décadas de la escena social de Hollywood, perdió parte de su pierna derecha el viernes en una cirugía realizada para luchar una infección por gangrena.
Gabor, de 93 años, ha estado gravemente enferma desde el verano boreal cuando se cayó y sufrió una fractura de cadera. Desde julio ha sido internada de forma intermitente en el centro médico Ronald Reagan de la Universidad de California (UCLA) en Los Angeles.
Los médicos dijeron que la cirugía para remover tres cuartos de la pierna de la actriz fue exitosa y sin complicaciones.
No se informó de inmediato cuándo la artista, de origen húngaro, recibirá el alta.
En noviembre, la actriz fue internada cuando médicos temieron que un coágulo en su pierna podría desviarse hacia su corazón. El 2 de enero regresó al centro médico cuando una infección evolucionó en una gangrena.
Su portavoz John Blanchette señaló que recientemente los médicos le comentaron a Gabor acerca de una posible amputación y esta semana le informaron a su marido, Frederic von Anhalt, que sólo tiene un 50 por ciento de posibilidades de sobrevivir.
Blanchette explicó que el miércoles médicos descubrieron que la gangrena había infectado el hueso y que tendrán que amputar tres cuartos de su pierna, justo sobre su rodilla.
"Ellos (los médicos) dijeron que es muy peligroso, pero que no tienen otra opción. De otro modo la matará", comentó Blanchette acerca de la operación.
Gabor es reconocida por sus papeles en películas de la década de 1950 como "Moulin Rouge" y "Lili", pero tal vez es aún más famosa por su fastuoso estilo de vida y por a lo largo de los años sumar una serie de ex maridos acaudalados.
Junto con sus hermanas Eva y Magda, fue una figura constante del circuito social de Hollywood.
Gabor ha estado casada en nueve ocasiones y fue criticada en 1989 cuando pasó tres días en prisión luego de abofetear a un policía de Beverly Hills que la detuvo mientras conducía. El Mundo

La Casa Blanca autoriza el envío de remesas no familiares a Cuba

La administración de Barack Obama decidió autorizar el envío de remesas no familiares a Cuba, aunque limitadas a 2.000 dólares anuales, y amplió el número de aeropuertos en Estados Unidos de donde pueden despegar vuelos directos a la isla comunista y las categorías de pasajeros que los pueden usar, anunció un comunicado de la Casa Blanca.
Si bien los estadounidenses todavía no pueden viajar libremente a Cuba, la Casa Blanca decidió ampliar las categorías de pasajeros autorizados a hacerlo en los vuelos directos en el marco de una licencia general, establecida hace más de 20 años.
Desde que fueron restablecidos a fines de 1979, los vuelos directos estuvieron restringidos a cubanoamericanos o una categoría de profesionales, como periodistas, religiosos, investigadores, diplomáticos y políticos.
Hasta el momento solo los cubanoamericanos podían enviar dinero de Estados Unidos a Cuba a familiares directos, sin limite de cantidad. El anuncio de hoy suaviza las restricciones y a partir de ahora cualquier persona puede enviar dinero a la isla, sea a amigos o familiares. Sin embargo están limitados a 2.000 dólares anuales, aunque las Iglesias pueden recibir un monto ilimitado para llevar ca cabo sus actividades.
Según un funcionario de la administración, la suavización de las restricciones en el envío de dinero se debe al deseo de la Casa Blanca de "promover la ampliación del sector privado".
En el marco de las reformas económicas promovidas en Cuba por el presidente Raúl Castro, se encuentra la ampliación del sector privado, que se va a nutrir en gran parte del medio millón de empleados estatales despedidos de sus empleos en los próximos seis meses.
Una fuente en la industria de viajes a la isla dijo a ELMUNDO.es que hace dos semanas existía un pacto de silencio entre los dos países sobre este asunto, una vez que llegaron a acuerdo para ampliar el número de vuelos a la isla.
En meses recientes, las autoridades aeronáuticas cubanas ampliaron las instalaciones de una terminal en el aeropuerto de La Habana, paradedicarla únicamente a recibir los vuelos de Estados Unidos.
La presidenta del Comité de Relaciones Exteriores de la Cámara de Representantes, la republicana cubanoamericana Ileana Ros-Lehtinen, criticó la decisión de la administración de Obama.
"Suavizar estas regulaciones no ayudará a mejorar la situación por una Cuba democrática. Estos cambios no lograrán que el régimen castrista respete los derechos humanos. Y seguramente no ayudarán al pueblo cubano a liberarse de la despótica tiranía que los oprime", dijo Ros-Lehtinen en un comunicado.
En su opinión, "estos cambios socavan nuestra política exterior y nuestros objetivos de seguridad y solo traerán beneficios económicos al moribundo régimen cubano".
El anuncio ocurre menos de 24 horas después que el Gobierno cubano hizo una profunda crítica pública al grupo de diplomáticos estadounidenses que participaran esta semana en La Habana en la reunión semestral sobre inmigración pero también se reunieron con miembros de la oposición interna. El Mundo

La noche de 'farra' del asesino de Arizona

Jared Lee Loughner, el asesino de Arizona, se pasó la noche pevia al tiroteo en vela y buscando un supermercado Walmart (el mismo usado por los autores de la masacre de Columbine) para compar municiones para su pistola Glock 19, con la que mató a seis personas e hirió a la congresista Gabrielle Giffords y a otras doce personas.
La policía ha logrado resconstruir las últimas y erráticas horas del asesino por las afueras fantasmales de Tucson, por un paisaje desolado de gasolineras, moteles y centros comerciales.
Loughner llegó a pagar por una habitación en el Motel 6 de Ina Road, a kilómetro y medio de donde se produjo el tiroteo. El asesino no llegó sin embargo a dormir allí, sino que pasó el tiempo justo para conectar el ordenador a las 4:12 de la madrugada y colgar unas fotos en su página de MySpace con la consigna: 'Adiós, amigos'.
El joven entró a las 11:35 de la noche anterior en una 'drugstore? de la cadena Walgreens, colindante al supermercado Safeway donde estaba anunciado el acto 'El Congreso en tu esquina' con la demócrata Gabrielle Giffords. Allí dejó un carrete de película de 35 milímetros (entre otras imágenes, Loughner aparece posando en calzoncillo rojos con la pistola Glock a la altura de los genitales).
Volvió a recoger las fotos a las 2:19 de la madrugada, después de pasar por una tienda de Circle K, de resgistrarse a altas horas en el hotel y de parar en una gasolinera Chevron, donde compró un donut, una bebida refrescante y varias barritas energéticas. La cámara de seguridad de la gasolinera le grabó mientras hacía una llamada telefónica usando una tarjeta de pago.
Entre sus idas y venidas, intentó comprar balas en un supermercado Walmart del centro comercial Foothills, pero al parecer no le quisieron vender la munición. Loughner respuso fuerzas en otra tienda de Circle K y enfiló a las 6,12 de la mañana hacia otro Walmart en el barrio de Marana, en las afueras de Tucson.
Allí tuvo más suerte y pudo hacerse con los cartuchos usados esa misma mañana. También compró en Walmart la bolsa negra de deporte que fue encontrada el jueves en las cercanías de la casa de sus padres.
Tres minutos después de dejar el centro comercial, a las 7:30, fue retenido por un agente de Departamento de Juegos y Pesca de Arizona por saltarse un semáforo en rojo. El agente comprobó los datos de su carné de conducir y del registro del coche y le dejó marchar sin más, después de recomendarle que condujera con precaución.
Después fue a su casa, donde tuvo una trifulca a primera hora de la mañana con su padre. Visiblemente alterado, se fue de allí corriendo, tras agarrar la bolsa negra de deporte (donde llevaba el arma y las municiones). Su padre intentó seguirle en coche, pero le perdió de vista cuando se adentró a pie en el desierto.
Loughner repareció en escena a las 9:41 de la mañana, en una de las tiendas de Circle K que había visitando la noche anterior. Allí cogió un taxi y le pidió que le llevara hasta el centro comercial de la calle Oracle Norte, esquina con Ina Road. Paró en la puerta del Safeway y entró personalmente con el taxista a las 9:54, a cambiar un billete para pagar la carrera.
A las 10:10 de la mañana, Loughner disparó contra la congresista Giffords y contra todos los que la rodeaban. Un minuto después, la policía recibió la primera llamada. A las 10:15, gracias a una mujer que arrojó su munición al suelo y a dos hombres que le aprisionaron, el asesino fue detenido tras dejar seis muertos, trece heridos y un país conmocionado (aunque no sorprendido) por el enésimo tiroteo a manos de un perturbado. El Mundo

luishipolito@outlook.com

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