sábado, 26 de fevereiro de 2011

Buffett busca aquisições e fala de sucessão nos negócios

O megainvestidor Warren Buffett está à procura de aquisições para investir US$ 38 bilhões, afirmou o investidor em sua carta anual aos acionistas da Berkshire Hathaway Inc. no sábado. Buffett também abordou a delicada questão da sucessão na carta, algo que os investidores esperavam dada a sua idade (80 anos) e a falta de um substituto evidente.

"Nossa arma de elefante foi recarregada, e meu dedo no gatilho está coçando", afirmou Buffett na carta.

No documento de 26 páginas, Buffett disse que a Berkshire vai precisar de "mais grandes aquisições" -- com ênfase em "grandes" - para impulsionar os ganhos em empresas que não são da área de seguros. Algumas delas incluem Burlington Northern (companhia ferroviária) e MidAmerican Energy (energia elétrica).

O gerente de Investimentos Todd Combs, contratado no ano passado, irá gerir uma carteira inicial de US$ 1 bilhão a US$ 3 bilhões, disse Buffett, e a Berkshire pode adicionar um ou mais gerenciadores eventualmente. Mas Buffett afirmou que ele vai continuar a gerir a maior parte dos negócios. REUTERS Folha Online

Corpos de casal sequestrado em Piracicaba (SP) são encontrados

Os corpos do empresário Cláudio Meneghetti, 55, e da mulher dele, Lilian Simioni, 57, foram encontrados neste sábado no meio de um canavial em Piracicaba (a 160 km de São Paulo).


Os dois estavam desaparecidos desde o dia 15 de fevereiro, quando foram levados por criminosos que assaltaram a casa onde viviam, no bairro Vila Rezende, também em Piracicaba.

De acordo com a Polícia Civil, os corpos, em adiantado estado de decomposição, foram encontrados por volta das 9h por homens que fazem a segurança patrimonial na área da usina Costa Pinto.

Os corpos estavam com mãos e pés amarrados e havia sinais de afundamento de crânio e cortes na barriga.

Um familiar confirmou que os corpos foram reconhecidos e que o enterro de Meneghetti e Simioni acontece hoje às 17h.

CRIME

A doméstica, Susana Aparecida Parente Felippe, 57, que trabalhava para o casal havia 18 anos, foi encontrada morta por asfixia em um dos cômodos da casa. Ela teve as mãos e os pés amarrados e a cabeça encoberta por dois sacos plásticos. Os criminosos amarraram o pescoço dela com fios de telefone.

Um computador com imagens do circuito interno da casa foi levado na ação.

Os criminosos levaram eletrodomésticos, cartões e dinheiro do casal. Uma camionete S-10 do empresário, usada na fuga, foi encontrada abandonada na rua de trás da residência.

O retrato falado dos dois suspeitos foi feito com a ajuda de três testemunhas. O delegado responsável pela investigação, João Batista Vieira de Camargo, não descartou o envolvimento de mais criminosos.

Um dos homens retratados tem cerca 1,75m de altura, pele branca, em torno de 25 anos e cabelos e olhos castanhos.

O outro suspeito mede cerca de 1,85m, tem a pele parda, em torno de 28 anos e cabelos e olhos castanho-escuros.

O delegado disse que os suspeitos ainda não foram identificados. Segundo Camargo, a polícia tem recebido, em média, entre 12 e 15 denúncias por dia sobre o paradeiro do casal, mas poucas têm ajudado.

A polícia não descarou o envolvimento no crime de um filho da doméstica, que está preso em outra cidade. Ele foi condenado por homicídio.

O irmão de Cláudio, José Reynaldo Meneghetti, 56, disse à Folha na quarta-feira (23) que os suspeitos não fizeram contato. Folha Online

Operação contra cartéis de drogas mexicanos nos EUA detém 676

A grande operação realizada pelo governo de Barack Obama durante esta semana contra cartéis de drogas mexicanos e seus membros nos EUA terminou com a detenção de 676 pessoas e a apreensão de vasta quantidade de entorpecentes, armas e dinheiro.

O ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas) informou em comunicado nesta sexta-feira (25) que a operação, que contou ainda com a participação do DEA (Direção Americana Antidrogas), do FBI e de outras agências federais, estaduais e locais de todo o país, confiscou ainda vários veículos usados pelos traficantes.

Durante a batida, realizada em mais de 150 localidades, foram confiscados US$ 12 milhões, 476 quilos de cocaína, 9,5 quilos de heroína, 29 quilos de metanfetamina, 18 toneladas de maconha, 282 armas e 94 veículos.

A operação, que começou na quarta-feira e chegou ao fim nesta sexta, ocorreu em resposta ao assassinato de um agente federal no México no último dia 15.

O objetivo era interromper as operações de distribuição de drogas nos EUA.

Algumas das cidades incluídas na batida nacional foram Atlanta (Geórgia), St. Louis (Missouri), Denver (Colorado), Detroit (Michigan), San Antonio (Texas), San Diego (Califórnia), Chicago (Illinois) e Nova Jersey, segundo as autoridades.

A operação aconteceu uma semana depois de dois agentes da ICE terem sido alvo de um ataque perpetrado por um grupo de criminosos em uma estrada em San Luis Potosí, no México.

No incidente, Jaime Zapata morreu e Víctor Ávila ficou ferido.

Na quarta-feira, o Exército mexicano apresentou à imprensa Julián Zapata Espinoza, conhecido como "El Piolín", e seus cinco cúmplices como os supostos agressores dos dois agentes americanos.

Em suas primeiras declarações, Julián Zapata confessou que liderava uma célula do cartel das drogas Los Zetas e que o ataque aconteceu porque ele e seus cúmplices confundiram a caminhonete dos agentes do ICE com a de um grupo rival. EFE Folha Online

Obama afirma que Gaddafi deve deixar poder 'agora'

O presidente dos EUA, Barack Obama, declarou neste sábado que o ditador líbio Muammar Gaddafi deve deixar o poder e sair do país "agora", já que perdeu a legitimidade para governar.

De acordo com o texto distribuído pela Casa Branca, Obama "assinalou que quando a única forma de um líder permanecer no poder é pelo uso da violência massiva contra seu próprio povo, ele perdeu sua legitimidade para governar e precisa fazer o que é certo: ir embora".

O presidente americano manifestou sua posição durante uma conferência telefônica com a chanceler alemã Angela Merkel, para coordenar as medidas da comunidade internacional ante a situação na Líbia.

Ainda conforme o comunicado oficial, Obama elogiou os esforços dos aliados e sócios, nas Nações Unidas e na União Europeia, para desenvolver e aplicar 'medidas contundentes'.

O Conselho de Segurança da ONU reuniu-se hoje para aprovar sanções severas contra o regime de Gaddafi com o propósito de deter a sangrenta repressão no país.

O projeto de resolução prevê um arsenal de sanções, entre elas um embargo sobre a venda de armas à Líbia, a proibição das viagens de Gaddafi e o congelamento de seus bens.

Ontem, Obama antecipou-se ao Conselho de Segurança da ONU e assinou uma ordem executiva para congelar todos os ativos de Gaddafi, sua família e membros de seu regime.

GUERRA CIVIL

Em entrevista à rede de televisão árabe Al Arabiya neste sábado, o filho do ditador líbio Muammar Gaddafi, Saif al Islam Gaddafi, disse que a escalada dos conflitos entre manifestantes e forças do governo podem levar o país a uma guerra civil ou à intervenção internacional na região.

O filho do ditador líbio também reconheceu que há "uma vontade interna de mudança" na Líbia, mas afirmou que os manifestantes estão sendo manipulados.

"O que a nação líbia está passando abriu as portas para todas as opções, e agora os sinais de guerra civil e interferência estrangeira começaram a aparecer", disse Saif al Islam. Folha Online

La Strada, una compañía teatral con alma hispana

"España tendría que estar más presente en EEUU, hay tanto teatro en castellano que es necesario integrarse con el mundo hispano". Y así ha sido. Luis Carlos de la Lombarda es el ideólogo de la compañía teatral La Strada y su idea se ha hecho efectiva tras el estreno de la primera obra que este heterogéneo grupo de artistas representa estos días en la ciudad de Nueva York.
El telón de esta iniciativa se abrió esta semana con la adaptación teatral, escrita por Gerard Vázquez, de la oscarizada cinta de Federico Fellini, La Strada, que también da nombre a la compañía, coproducida por la propia compañía y el Instituto de Arte Teatral Internacional (IATI), referente histórico de la escena neoyorquina. La propuesta, dirigida por el cubano René Buch y el puertorriqueño Jorge Merced, supone una inteligente adaptación llevada a cabo con un minimalismo escénico propio del teatro de estudio y guiños ‘clown’ que ayudan a contextualizar la historia, además de brindarle al texto altas dosis de organicidad interpretativa. La música, interpretada en directo a base de violín y trompeta, juega un papel primordial en la obra. Invade a los personajes y maneja sus sentimientos hasta darles la vuelta. Las melodías doman a la fiera y sensibilizan a la presa.
La actuación de Luis Carlos, que desarrolla el personaje de Zampanó (llevado a la gran pantalla por Anthony Quinn), le viene como anillo al dedo en esta historia de maltrato, dependencia y locura. Además del santanderino, el elenco lo completan otros cuatro actores. Dos de ellos son españoles y han desembarcado en la Gran Manzana especialmente para la ocasión. Irene Aguilar, en el papel de Gesomina, e Israel Ruiz, que da vida al pícaro payaso capaz de sacar de sus casillas a Zampanó, son la media naranja de esta colaboración que supone un puente entre España e Hispanoamérica. La otra mitad la conforman la actriz argentina, Nanda Abella, y el neoyorquino Winston Estevez.
La iniciativa tiene como objetivo cimentar el intercambio entre actores y directores de todos los países de habla hispana. "Acabamos de empezar, pero la idea es que la compañía vaya creciendo con el tiempo y podamos representar obras de una manera continuada con un equipo formado por gente de distintos países que al mismo tiempo comparten una lengua común". Luis Carlos se animó a crear este proyecto tras observar que Nueva York "es la ciudad ideal para desarrollar una iniciativa como ésta debido a la cantidad de hispanos que habitan en la ciudad".
Vio la necesidad de instaurar una compañía hispana y, tras rodearse de un equipo humano al que le sobra dedicación, consiguió construir esta primera obra. El que se trate de una pieza creada por un autor italiano ha traído varios quebraderos de cabeza a la compañía a la hora de pedir subvenciones. "Elegimos esta obra porque en cierto modo me perseguía. Un par de personas me dijeron cuando trabajaba en España que me veían interpretando a Zampanó, y este ha sido el momento perfecto para llevarlo a cabo. Me siento muy identificado con la historia. Ha habido muchos escollos en el camino y hemos tardado dos años en poder representarla".
Pero los baches agilizaron los ensayos, y en pocas semanas quedó lista para su presentación en sociedad. Cuando el próximo día 6 de marzo finalicen sus funciones en el teatro IATI, la compañía tiene previsto representar La Strada en varios festivales españoles y hacer efectivo este intercambio cultural fuera de las fronteras americanas. Esta integración supone un esfuerzo por las barreras que hay que todavía hay que romper, aunque como dice Irene "no es una cuestión de que sea difícil o no, es una cuestión de empujar mucho y de lucha, así se consiguen las cosas. Hay que querer". El Mundo

Un gay dirigirá la vida social de Obama

Dos días después de haber renunciado a defender en los tribunales la ley que define el matrimonio como una unión entre un hombre y una mujer, el presidente Obama lanzó otro guiño a la comunidad homosexual eligiendo a un gay como su nuevo secretario social.


Se trata de Jeremy Bernard, que hasta ahora ejercía de asesor del embajador estadounidense en París. Cuando Bernard se incorpore a su nuevo puesto, durante el mes de marzo, habrá hecho historia no sólo por ser el primer gay en ejercer de secretario social, sino también el primer hombre en dirigir la vida social de la Casa Blanca.
“Jeremy comparte nuestra visión de la Casa Blanca como una Casa del Pueblo, que celebra nuestra historia y cultura de una forma dinámica e inclusiva”, declaró Obama en un comunicado público. “Esperamos que Jeremy continuará mostrando las artes y la cultura de EEUU a nuestra nación y al mundo a través de muchos eventos en la Casa Blanca”.
Bernard conoció a los Obama durante la campaña de las primarias en California. Tanto él como su pareja sentimental entoncs, Ruffus Gifford,ayudaron a Obama a recaudar millones de dólares para su campaña electoral. Tras las elecciones, Bernard fue nombrado enlace de la Casa Blanca con el National Endowment for the Humanities, una agencia gubernamental encargada de apoyar la investigación, preservación y educación en el ámbito cultural.

El tercer secretario social

Con este, desde su investidura Obama habrá contado con tres personas diferentes para el cargo de secretario social en dos años de presidencia. La primera, Desiree Rogers, también rompió barreras al convertirse en la primera afroamericana en ocupar el cargo. Sin embargo, salió por la puerta falsa tras el escándalo que se produjo cuando una pareja se coló sin invitación en una cena de Estado.
La siguiente en ocupar el puesto fue Julianna Smoot, que al igual que Bernard, desarrolló un papel importante durante la campaña electoral de Obama recaudando millones de dólares en donaciones. Smoot dimitió recientemente para dirigirse a Chicago, y empezar a preparar la maquinaria electoral que ha de permitir la reelección del presidente.
De 49 años de edad, los allegados de Bernard lo describen como una persona muy bien dotada para ejercer este nuevo trabajo, tanto por habilidades sociales, como su conocimiento del mundo de la política y de la cultura. De hecho, ya organizó con éxito varios grandes eventos de recaudación de fondos, entre ellos uno en el que participó Oprah Winfrey.
“Como el primer hombre y el primer norteamericano de la comunidad L.G.B.T (Lesbianas, Gays, Bisexuales, y Transexuales) en ocupar el cargo, el nombramiento de Jeremy muestra el compromiso del presidente con la diversidad”, declaró Chad Chiffrin, amigo de Bernard, y uno de los estrategas que en la movilización contra la Proposición 8 en California, que enmendó la Constitución estatal para definir el matrimonio como una unión entre un hombre y una mujer. El Mundo

Españoles en busca de 'El Dorado'

A sus 79 años, Juan Otero ha visto las maravillas y miserias del mundo perdido. El aislado territorio salpicado de montañas prehistóricas -conocidas como tepuys-, que Sir Arthur Conan Doyle inmortalizó en su libro The lost world.
Este gallego de Ferrol iba a ser marinero. Completó sus estudios de Marina Mercante en la Barcelona de los cincuenta, y llegó a formar parte de la tripulación del buque escuela Juan Sebastián Elcano.
"Yo quería ir a Panamá para trabajar en algo relacionado con el Canal y la marina, pero ironías de la vida terminé en la Gran Sabana metido una mina de oro", explica Otero en su casa de Santa Elena de Uairén, uno de los centros más importantes de la minería en Venezuela.
Llegó al país sudamericano en 1956. Estuvo en Caracas durante unos meses, hasta que se vio envuelto en un confuso caso de contrabando de armas para la incipiente guerrilla venezolana. Después de su precipitada huida de la capital, recaló en la ciudad petrolera de Maracaibo, donde trabajó transportando desechos industriales en buques petroleros.
"Un amigo me convenció para viajar a la Gran Sabana y trabajar en un yacimiento de oro. Pedimos un crédito al Gobierno y nos pusimos a explotar varias vetas de la zona", explica. De eso hace más de 38 años.Los últimos 20 dedicados a una mina de 490 hectáreas conocida como La Hoyada, a unos 30 kilómetros al oeste de Santa Elena, que posee en régimen de concesión.
"En los buenos tiempos llegaron a trabajar hasta 60 mineros, hoy no llegan a 6", afirma, algo consternado. "Toda la actividad de la zona está paralizada". La situación actual es de completa incertidumbre. Hace seis meses, el Gobierno de Hugo Chávez lanzó un ambicioso plan para sacar a más de 15.000 mineros ilegales que trabajaban en el río Caura, en el sureste venezolano.
La cuenca del Caura, un importante afluente del Orinoco, alberga el 17% de la flora nacional y el 32% de la fauna. También alimenta algunos de los famosos saltos de agua de la Gran Sabana, como el Salto Para.
El uso de sustancias químicas para extraer las piedras preciosas, principalmente mercurio, ha causado importantes estragos en el ecosistema venezolano. Y arruinado algunos suelos que tardarán hasta150 años en recuperar su productividad.
Los mineros no sólo se internan en la selva en busca de oro y diamantes, muchos van detrás de la madera y del preciado coltán, un superconductor utilizado en casi la totalidad de dispositivos electrónicos desde teléfonos móviles, pasando por televisores de plasma hasta armas teledirigidas.
El área contaminada forma parte de las 30.000 hectáreas del Parque Nacional Canaima donde se encuentra el Salto Ángel, la caída de agua más alta del mundo.
"El negocio del oro ha cambiado mucho. Hace 10 años, los mineros pagaban el 7% en impuestos. Ahora ha subido hasta el 23,5%. Lo único que ha logrado el Gobierno aumentando la imposición fiscal es promover la minería ilegal", opina Otero.
Una combinación de altos impuestos, controles ineficaces, burocracia y corrupción ha disparado la minería ilegal en Venezuela, un país que, según cifras oficiales, produce de manera formal alrededor de seis toneladas de oro al año. Aunque las cifras reales de exportación podrían duplicar e incluso triplicar esta cifra.
"El problema es muy complejo. El Gobierno sacó a muchos mineros de los yacimientos de kilómetro 88, El Polaco, Icabarú y La Paragua. En muchos casos, hasta les dio créditos y ayudas para que pudieran empezar en otro negocio", explica Otero.
"Pero quien es minero es minero, y cuando se gastan la plata (dinero), vuelven otra vez a la mina porque es lo único que saben hacer", afirma con rotundidad.
Otero se casó con una indígena arekuna. Tuvo cinco hijos; medio indios medio gallegos. Luego se mudó de casa, y dejó a su mujer en la suya. No se divorció para no dar mal ejemplo a sus hijos.
Tras más de 50 años en Venezuela, Juan sigue siendo gallego de cabeza y corazón. Habla de todo, salvo de cuánto oro y diamante puede sacar de su mina de media al mes.”No lo sé, la verdad. Pero si lo supiese, tampoco te lo diría. Yo soy un minero”. El Mundo

Chávez apoya públicamente a su 'amigo Gadafi'

El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, expresó su apoyo del Gobierno de Libia y pidió por la paz en ese país que enfrenta una semana de protestas, aunque afirmó que no aplaude las decisiones que tomen sus aliados en el mundo.
Chávez, que dijo ser amigo del líder libio Muammar Gaddafi, así como de otros mandatarios, manifestó preocupación por los alzamientos que se registran en algunos países con riesgos de guerras civiles como el caso de Libia.
"Yo no puedo decir que apoyo, o estoy a favor, o aplaudo cualquier decisión que tome cualquier amigo mío en cualquier parte del mundo, no, uno está a distancia, pero nosotros sí apoyamos al Gobierno de Libia", dijo Chávez tarde el viernes en un consejo de ministros televisado por el canal estatal.
"Yo no he podido hablar con Gaddafi en todos estos días", agregó tras resaltar que ha guardado un "prudente silencio" porque "hay mucha desinformación" no sólo en el caso de Libia sino en otros como ocurrió con Egipto.
El jueves, Chávez, que reforzó los lazos diplomáticos y comerciales con Gaddafi, salió al ruedo y comentó en su cuenta de la red social twitter"Viva Libia y su Independencia! Gadafi enfrenta una guerra civil!!".
Gaddafi prometió el viernes "aplastar a cualquier enemigo", en un discurso ante una multitud de partidarios en Trípoli, mientras se agudizaba la revuelta popular en Libia en torno al líder.
Los ataques contra civiles en Libia pueden haber sido "crímenes contra la humanidad" que garantizan tratamiento de la Corte Penal Internacional en La Haya, de acuerdo con un borrador de una resolución de sanciones de la ONU, preparado por Francia y Gran Bretaña.
Las tropas de Gaddafi controlan Trípoli luego de reprimir protestas antigubernamentales ocurridas hace algunos días, y los residentes dijeron que se mantendrán encerrados a menos que se vean obligados a buscar provisiones.
Según reportes, otras ciudades libias, como Misrata, a unos 200 kilómetros de Trípoli y la tercera más grande del país, está bajo control rebelde. El Mundo

El ex ministro de Justicia libio anuncia que se formará un gobierno opositor

El ex ministro de Justicia libio Mustafa Abdulyalil ha anunciado que la oposición formará un gobierno de unidad nacional integrado por civiles y militares, y que en tres meses se celebrarán elecciones democráticas.
Abdulyalil, que renunció a su cargo esta semana en protesta por la represión violenta de las manifestaciones contra el régimen de Muamar el Gadafi, ha declarado a la cadena qatarí de televisión Al Yazira que ese gobierno tendrá "un marco democrático".
En una conexión por videoconferencia con Al Yazira desde la ciudad oriental libia de Al Beida, controlada por la oposición, el ex ministro ha asegurado que ese gabinete que será constituido"respetará todos los acuerdos internacionales".
Ha agregado que, con vistas a la formación de ese gabinete temporal, se mantiene contactos con personalidades políticas del oeste del país, que no ha indentificado.
El tercio oriental de Libia está controlado por fuerzas de la oposición, mientras Gadafi se aferra en el poder en Trípoli, aunque algunas localidades situadas al oeste de la capital también han caído bajo control opositor.

Todos los rincones del país

El ex ministro de Justicia ha añadido que, después de ese gobierno de transición que se pretende formar, "que representará a todos los rincones del país", habrá nuevas autoridades libias que serán elegidas "en comicios transparentes".
"No olvidaremos la sangre de los mártires. El pueblo ha conocido la verdad y los planes de Gadafi, que ha matado a gente y ha torturado a libios sólo por plantear ideas al régimen", ha añadido Abdlyalil.
Al Yazira ha consultado sobre este asunto al dirigente opositor Ali Taher y ha dicho que la idea de ese gabinete es "no dejar a Libia en un vacío político" y crear un gobierno "que sea reconocido internacionalmente".
Varios altos cargos civiles y militares, así como decenas de embajadores y diplomáticos han renunciado a sus puestos en protesta por la represión violenta de las manifestaciones que estallaron el pasado 16 de febrero en el país magrebí. El Mundo

Three killed in Tunisian anti-government protests


Three people have been killed in clashes between hundreds of demonstrators and security forces in the Tunisian capital, authorities say.
Police used tear gas, batons and live ammunition to disperse demonstrators outside the interior ministry in Tunis.
Police and masked men in civilian clothes, armed with sticks, moved through streets looking for protesters.
The protest comes a day after police cleared huge crowds from the streets demanding the prime minister resign.
That was the biggest rally since President Zine al-Abidine Ben Ali fled after weeks of unrest.
The fighting went on for several hours on Saturday, as protesters tried to storm the interior ministry, right in the centre of Tunis, and police repeatedly repelled their attacks, says the BBC's Paul Moss in Tunis.
In a statement, the interior ministry said: "Three people died from the dozen who were wounded during clashes and were transferred to hospital for treatment... Several members of the security forces were wounded to different degrees," it said without giving a number.
The statement added more than 100 people were arrested on Saturday and almost 90 had been arrested on Friday.
That follows one reported death in Friday's clashes, during which police fired tear gas and warning shots to disperse demonstrators. BBC News

Obama urges budget consensus to prevent 'gridlock'


US President Barack Obama has urged Congress to find "common ground" over the budget to prevent a government shutdown.
In his weekly radio address, Mr Obama said economic recovery would stall if lawmakers could not agree on spending cuts before a 4 March deadline.
Republicans and Democrats are trying to work out a compromise short-term budget as an interim measure.
The 2012 budget proposes a $1.1tn (£690bn) deficit cut over a decade.
Although Mr Obama is empowered to propose a budget, it is up to the US Congress to pass it into law and then to distribute the funds.
"Next week, Congress will focus on a short-term budget. For the sake of our people and our economy, we cannot allow gridlock to prevail," Mr Obama said in his weekly radio address.
"I urge and expect them to find common ground so we can accelerate, not impede, economic growth," Mr Obama said.
"It won't be easy. There will be plenty of debates and disagreements and neither party will get everything it wants. Both sides will have to compromise," he added. BBC News

Iran nuclear plans: Bushehr fuel to be unloaded


Iran has confirmed it is having to remove nuclear fuel from the reactor at the Bushehr power plant, the latest in a series of delays to hit the project.
On Friday, the International Atomic Energy Agency (IAEA) said it had new information on "possible military dimensions" to Iran's nuclear plans, which Iran says are purely peaceful.
The IAEA will supervise the unloading of fuel from Bushehr, Iran's nuclear envoy Ali Asghar Soltanieh said.
Iran began the Bushehr project in 1976.
Iran's Fars news agency says the fuel is being removed for "technical reasons".
The fuel at Bushehr is being provided by Russia, which built the plant and whose engineers will carry out the unloading, under the supervision of the IAEA.
"Upon a demand from Russia, which is responsible for completing the Bushehr nuclear power plant, fuel assemblies from the core of the reactor will be unloaded for a period of time to carry out tests and take technical measurements," Mr Soltanieh said, according to the semi-official Isna news agency. BBC News

Bahrain unrest: Shia dissident Hassan Mushaima returns


Prominent Bahraini opposition leader Hassan Mushaima has returned from self-imposed exile to the UK, greeted by a crowd of supporters at the airport.
Mr Mushaima, a senior Shia figure, returned after the Bahraini government dropped charges against him, a move to appease protesters demanding changes.
In another concession, the king sacked four government ministers.
Meanwhile, thousands of demonstrators marched in the capital, Manama, as protests continue for a 13th day.
Mr Mushaima is known for his strong opposition to the ruling Sunni dynasty, and was sentenced in absentia last year on charges of trying to overthrow the government.
He was welcomed by supporters at the airport, where he told the BBC that he wanted genuine democratic reform that could turn Bahrain into a constitutional monarchy.
"We want a real constitution. They've promised us (one) before and then did whatever they wanted to," Mr Mushaima told reporters at the airport. BBC News

US space shuttle Discovery docks at space station


The US space shuttle Discovery has docked at the International Space Station.
It has docked for the last time, as it is set to be retired after this mission and placed in a museum.
This is the 13th time it has flown to the space station, where it is to deliver a new store room and a sophisticated humanoid robot.
Only two further flights remain by Endeavour and Atlantis, which Nasa wants concluded in the coming months. BBC News

Panama arrests Bolivia ex-drugs police chief Sanabria


A former commander of Bolivia's anti-narcotics police force has been arrested in Panama on charges of drugs trafficking, Bolivian authorities say.
Gen Rene Sanabria was immediately transferred to the US to face trial.
Bolivia has arrested three other senior police officers suspected of helping him smuggle cocaine to the US.
Gen Sanabria was head of Bolivia's anti-drug agency until 2009, and was still working as an intelligence adviser to the government.
Bolivian Interior Minister Sacha Llorenti said Gen Sanabria was suspected of travelling to Panama to organise further shipments of cocaine to the US, after allegedly despatching 144kg (317lbs) of the drug last November.
He said Bolivia expected to receive details of the charges against him from the US on Monday, and did not rule out asking for his extradition.
Gen Sanabria was arrested on arrival in Panama on Thursday, but this was not made public by the Panamanian or US authorities. BBC News

Cuba to release political prisoner Diosdado Gonzalez


The Roman Catholic Church in Cuba says the government has agreed to free a political prisoner, Diosdado Gonzalez, who had refused to go into exile.
His release would leave just five of 52 prisoners the communist authorities agreed to free last July still in jail.
The church said another eight prisoners who were not part of that group were also going to be released.
The US and EU have made the release of all political prisoners a condition for closer ties with Cuba.
"In continuation of the process of liberation of prisoners, we inform that the release from jail of Diosdado Gonzalez has been arranged," said Orlando Marquez, a spokesman for the office of the archbishop of Havana.
Mr Gonzalez, 48, was arrested in 2003 in a crackdown on opposition activists and sentenced to 20 years in prison.
His wife Alejandra Garcia is a founding member of the the Ladies in White opposition group that has been campaigning for the release of all political prisoners.
She said the head of the Catholic Church in Cuba, Cardinal Jaime Ortega, had telephoned to say Mr Gonzalez would soon be returning to their home in the city of Matanzas. BBC News

Real Madrid setback boosts Barcelona's title defense


(CNN) -- Barcelona moved seven points clear in Spain after title rivals Real Madrid faltered with a goalless draw at Deportivo La Coruna on Saturday.
Jose Mourinho's team had a frustrating night at the Riazor, as top scorer Cristiano Ronaldo had a first-half effort ruled out for offside and also hit the post in the second spell.
Emmanuel Adebayor earlier volleyed against the post and fellow substitute Angel Di Maria forced a fine save from goalkeeper Daniel Aranzubia after Ronaldo's fierce 82nd-minute drive rebounded off the base of the woodwork.
Karim Benzema then should have scored from Xabi Alonso's low cross, but the striker -- who netted in the midweek Champions League draw with his former club Lyon -- got tangled up with the ball and the desperate Deportivo defense cleared the danger.
By contrast, champions Barcelona romped to a comfortable 3-0 victory at Mallorca earlier in the evening, with two-time world player of the year Lionel Messi again on target.
The Argentina forward broke the deadlock with an opportunist effort seven minutes before halftime as he ran onto an inventive lob by Seydou Keita, headed on the bouncing ball and then nodded it past goalkeeper Dudu Aouate.
It was the 23-year-old's 42nd goal this season and his 26th in La Liga, putting him two ahead of Ronaldo.
Mid-table Mallorca held Barca to a 1-1 draw in October, but never looked like repeating that after David Villa made it 2-0 in the 57th minute with his 21st goal this season and 17th in the league.
The Spain striker beat the offside trap to collect a defense-splitting pass from Sergio Busquets and round Aouate, who had unwisely charged out of his area.
Winger Pedro Rodriguez added his 13th league goal in the 66th minute as he cut in from the left and fired a right-foot shot that appeared to loop off a defender and over the helpless Israeli keeper.
Barcelona went into the match without injured midfielder Xavi Hernandez, captain Carles Puyol and goalkeeper Victor Valdes, while Brazil defender Dani Alves was suspended.
Espanyol moved up to fifth place with a 4-1 crushing of Real Sociedad, whose midfielder Dani Estrada opened the scoring three minutes before halftime and then immediately put the ball in his own net at the other end.
Striker Sergio Garcia made it 2-1 nine minutes after halftime, then midfielders Jose Callejon and Javi Marquez scored in the last 10 minutes.
Atletico Madrid twice came from behind to earn a 2-2 draw at home to Sevilla, which did little to help either team's hopes of European football next season.
Striker Alvaro Negredo put seven-placed Sevilla ahead four minutes before halftime, but midfielder Koke leveled two minutes after the break.
Croatia midfielder Ivan Rakitic restored Sevilla's lead on 66, but Jose Antonio Reyes netted 10 minutes later to keep Atletico ahead of ninth-placed Sociedad on goal difference.
Sporting Gijon moved a point away from the relegation zone after being held 0-0 at home by Real Zaragoza, who remained third from bottom.
In Italy, seventh-placed Juventus crashed to a shock 2-0 defeat at home to Bologna in Saturday's only Serie A game, with the Turin club's former striker Marco Di Vaio scoring both goals.
The result, which followed last weekend's reverse against lowly Lecce, left the 27-time league champions 14 points behind leaders AC Milan, who host second-placed Napoli on Monday.
Meanwhile, Sporting Lisbon sacked coach Paulo Sergio on Saturday with the 18-time Portugal champions knocked out of Europe and languishing in third place in the table.
Jose Couceiro will replace him until the end of this season, starting with Sunday's trip to face Nacional in Madeira as Sporting trail the new coach's league-leading former club Porto by 23 points. CNN

luishipolito@outlook.com

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