segunda-feira, 18 de abril de 2011

Fernando Meirelles deve dirigir filme sobre a família Onassis

O cineasta brasileiro Fernando Meirelles deve dirigir um filme sobre a família Onassis. As informações são do blog Vulture, da "New York Magazine".

Segundo o blog, Meirelles vai se reunir com o roteirista de "Cidade de Deus", Bráulio Mantovani, para o filme "Onassis", que será baseado no livro "Nemesis: The True Story of Aristotle Onassis, Jackie O, and the Love Triangle That Brought Down the Kennedys" (A verdadeira história de Aristotle Onassis, Jackie O e o triângulo amoroso que derrubou os Kennedy), de Peter Evans.

A história deve focar no relacionamento do magnata grego Aristotle Onassis com Robert F. Kennedy, que foi promotor-geral dos Estados Unidos quando seu irmão, John F. Kennedy, era presidente dos Estados Unidos.

No livro, Evans assegura que a disputa entre Onassis e Robert se tornou muito grande após o promotor barrar os negócios do magnata nos EUA e que Onassis teria financiado seu assassinato.

Anos depois, Onassis foi o segundo marido de Jacqueline Kennedy, então viúva de John F. Kennedy.

Fontes do blog dizem que Meirelles vê a adaptação como "uma espécie de 'O Poderoso Chefão', com Onassis no centro". FOLHA ONLINE

Camargo Corrêa vai demitir 4.000 em Jirau, diz sindicato

A construtora Camargo Corrêa avisou que vai demitir 4.000 operários da usina de Jirau, em Porto Velho, de acordo com o Stticero (sindicato dos trabalhadores da construção de civil de Rondônia).

O sindicato diz que recebeu um comunicado oficial da empresa depois de questionar se haveria mesmo demissões.

Na semana passada, a Folha noticiou que um relatório da Superintendência Regional de Trabalho, ligada ao Ministério do Trabalho, afirmava que a Camargo Corrêa não planeja reconstruir todos os alojamentos destruídos em tumultos em março. Com isso, as vagas seriam reduzidas de 16 mil para 10 mil.

Procurada desde a última semana, a construtora não confirmou nenhuma das informações.

O sindicato diz que aceitou as dispensas, porque a obra estava "muito inchada".

As demissões vão afetar parte dos mais de 6.000 trabalhadores que voltaram a seus Estados de origem após o quebra-quebra de 15 de março, quando as instalações do canteiro de obras no rio Madeira foram depredadas.

Antes da viagem, os operários foram avisados de que voltariam ao trabalho. As obras na usina retornaram no dia 11, mas os operários não foram convocados.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que visitou a obra na semana passada, havia feito um pedido para que não fossem demitidos moradores de Rondônia. FOLHA ONLINE

Alckmin intervém e segura dois dos sete vereadores dissidentes

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, interveio para conter a saída de vereadores da bancada do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo. Inicialmente, o grupo dissidente havia informado que sete dos 13 vereadores deixariam a bancada tucana.

No final da noite, dois desses sete dissidentes não haviam oficializado a saída do PSDB: Adolfo Quintas e Souza Santos. Com isso, a debandada foi reduzida para cinco vereadores: José Police Neto, que preside a Câmara Municipal, Dalton Silvano, Juscelino Gadelha, Gilberto Natalini e Ricardo Teixeira. Dessa forma, a bancada ficou com oito vereadores.

A Folha apurou que o próprio Alckmin falou com os vereadores.

A expectativa é que a maioria dos dissidentes siga para o PSD, do prefeito Gilberto Kassab. 'Fomos sistematicamente ofendidos e desrespeitados acima da nossa capacidade de suportar. Chegaram a dizer que vereador tem que ser tratado a peixeirada', afirmou Natalini.

Segundo ele, a nova direção do PSDB municipal, dirigida pelo alckminista Julio Semeghini, desrespeitou a bancada de vereadores.

VÍDEO

O grupo decidiu sair após assistir ao vídeo de uma reunião do diretório do partido.

No vídeo, os aliados teriam feito ataques ao grupo quando discutiam a disputa de cargos no diretório do partido.

O constrangimento poderia justificar a saída sem risco de perda de mandato. FOLHA ONLINE

Homem mantém ex-mulher refém em Aracaju (SE)

Um homem invadiu uma casa em Aracaju (SE) na manhã desta segunda-feira e fez refém a ex-mulher. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública) estadual, ele não concorda com o fim do relacionamento, que durou sete anos.

À noite, as polícias Civil e Militar continuavam tentando fazer que José Elígio, 24, se renda e liberte Cristielane Caetano Mota Santos, 21. Ele a mantém sob a mira de um revólver.

De manhã, um disparo feriu a perna de Cristielane. Equipes médicas entraram na casa e prestaram socorro, mas José Elígio não permitiu que Cristielane saísse do cativeiro depois do atendimento.

Equipes das polícias Civil e Militar, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa e unidades de socorro do Corpo de Bombeiros e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) estão de plantão no local.

A tia da vítima, Valderez Mota, informou à SSP que Elígio não se conformava com o final do casamento. Cristielane pediu a separação após sofrer agressões. O casal tem um filho de cinco anos. Segundo a SSP, ele estava na escola no momento que a mãe foi dominada pelo ex-companheiro.

Para Valderez, a ação de José Elígio foi premeditada. "Ele pediu demissão do trabalho, onde fazia serviços de eletrônica, e comprou uma arma", disse à SSP. FOLHA ONLINE

Cidadão que entregar arma não será obrigado a se identificar na Campanha do Desarmamento deste ano

Carolina Pimentel

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Quem entregar uma arma nos postos de coleta da campanha de desarmamento não precisará fornecer dados pessoais para receber a indenização. Essa é uma das novidades da campanha deste ano, que será iniciada no dia 6 de maio.
Nas duas campanhas nacionais anteriores, o cidadão que devolvia uma arma de fogo tinha de dar informações pessoais, como o número do CPF e de uma conta bancária, para o governo depositar a indenização. Na nova campanha, ao entregar a arma, o cidadão vai receber um protocolo para retirar o valor em uma agência do Banco do Brasil ou em caixas eletrônicos.
Ao manter o anonimato, o governo espera receber mais armas em comparação às outras campanhas, inclusive ilegais. “A nossa intenção não é saber a procedência da arma”, disse a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Mikki, após a primeira reunião do Conselho de Desarmamento.
Os valores de indenização continuam os mesmos, variam de R$ 100 a R$ 300 dependendo do tipo de armamento. O Ministério da Justiça reservou R$ 10 milhões para o pagamento das indenizações.
O secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, informou que o cidadão não terá direito a indenização por munição entregue. Ele explicou que a legislação atual não prevê o ressarcimento para entrega de munição, somente para armas. A campanha do desarmamento deve durar até o final do ano.
Edição: Lana Cristina | AGÊNCIA BRASIL

Lenin's mausoleum reopens for public

The mausoleum on Moscow's Red Square, where the embalmed body of Communist leader Vladimir Lenin is kept for public display, will be reopened on Tuesday after regular maintenance works.
Eighty-seven years have passed since the body of Vladimir Ulyanov, known worldwide under his pseudonym Lenin, was placed in a glass sarcophagus and displayed in a specially built granite mausoleum near the Kremlin wall.
The mausoleum closes every year and a half for maintenance works, which usually last for some six weeks.
Throughout the years of Soviet rule, the Lenin mausoleum became a symbol of the Soviet Union, and crowds of Soviet citizens and numerous delegations from foreign countries visited the tomb.
However, voices of those willing to remove the Russian revolutionary leader's embalmed body from his granite mausoleum on Red Square and bury him are becoming stronger today, 20 years after the issue first emerged with the breakup of the Soviet empire.
According to a public opinion poll conducted in February, over 60 percent of Russians want Lenin to be removed from the mausoleum and buried, while 30 percent are in favor of leaving Lenin in the mausoleum as they believe it has long become a major tourist attraction.
The discussion seems set to continue for some time as the opinion of Russia's top leadership remains non-committal.
Prime Minister Vladimir Putin said in 2010 that the time when the Russian people decide on the fate of Lenin's mummy is still to come, adding that history shows a strong dislike for haste and disturbances. President Dmitry Medvedev has never made a public comment on the issue. RIA NOVOSTI

One killed in clash at planned India nuclear plant site


One person has died after police in western India clashed with locals protesting against the planned construction of a nuclear power plant.
Police said they were forced to open fire after protesters attacked a police station close to the proposed site in Jaitapur, in the state of Maharashtra.
Construction of the $10bn (£6bn) plant - expected to be the biggest in the world - is due to begin this year.
The proposal has sparked massive protests across the country.
Residents in the area gathered near the proposed site, expressing anger at the plan, which they fear threatens their traditional fishing grounds.
'Vandalised'
Madhukar Gaikwad, an official from the Ratnagiri district, said about 700 to 800 fisherman and villagers surrounded a local police station in the village of Nate and started to vandalise it.
"The mob burnt down the records room, destroyed computers and a TV set and put a police van on fire.
"We tried to disperse them by using tear-gas and cane-charge. We used plastic bullets as well, but nothing worked. Finally, we used live ammunition in which one person was injured who died on his way to the hospital," he said.
More than 50 people were injured, including police officers.
Protests have been mounting over the proposed 9,900 megawatt, six-reactor facility, which is being built with technical help from the French energy giant Areva.
Environmental experts say that Konkan, the region in which Jaitapur lies, is one of the most biodiverse regions on earth - and claim it will be destroyed by the plant.
Last December, the Indian magazine Outlook titled an article about the Jaitapur plant "The rape of Eden".
Others have expressed concern that the facility is being built in a seismically-active area. BBC NEWS

Students return to Brazil school where gunman shot 12


Students have returned to the school in Brazil where a gunman killed 12 children on 7 April.
Those killed were between 10 and 13 years old, and all but two were girls.
The gunman, a former pupil at the school in Rio de Janeiro killed himself after being wounded by police.
The director of the school said the first days would be taken up by individual counselling sessions with the students and therapeutic activities such as painting.
A group of parents from the Tasso da Silveira school in the west of Rio met with local officials on Monday to ask for a permanent medical and psychological unit to be created at the school.
Local Education Secretary Claudia Costin said the classrooms where the shootings happened had been repainted to erase traces of bullet holes and blood.
She said the two rooms where the greatest number of pupils had been killed had been turned into a library and an IT room. BBC NEWS

Youth arrested in killings of 2 British men


(CNN) -- A 16-year-old boy has been arrested in the murder of two British men, found shot dead at 3 a.m. Saturday in Sarasota, Florida, police say.
Sarasota Police have identified the victims as James M. Cooper, 25, and James Thomas Kouzaris, 24, both from England.
The juvenile, who police said was arrested previously this month on a charge of aggravated assault with a handgun, was arrested 24 hours after the murders at 3 a.m. Sunday. Where he was arrested was not disclosed.
Police were alerted to the incident by a 911 caller who said "a person was lying on the ground covered in blood" at the scene, on a one-way residential street with no businesses.
Sarasota Police Chief Mikel Hollaway said officials are trying to determine why the men were there.
"We have our suspicions, but at this time it would be unfair to state those," he said. "I believe they were there of their own volition".
The neighborhood where the British men were found is a housing project in north Sarasota called Newtown, Hollaway said.
The teen suspect in the case lives near the crime scene, police said.
Although the housing authority has worked to improve the complex, "it has its problems," Hollaway said. "This is an isolated incident".
The murders were the first homicides of the year, he said.
The two men were believed to be friends who recently graduated from college and were in Sarasota to celebrate, police said.
"On behalf of the city of Sarasota, we want to express our condolences for the families of the two victims who were obviously on holiday from the United Kingdom," Sarasota Mayor Kelly Kirschner said. CNN

Death toll from Japan quake, tsunami rises to 13,843


Tokyo (CNN) -- The death toll from Japan's historic earthquake and tsunami rose to 13,843 on Monday, police reported.
As of 10 a.m. (9 p.m. ET), another 14,030 remained missing, according to Japan's National Police Agency. Japanese police and troops are still combing the ruins of coastal villages in search of more bodies.
According to the agency, 136,481 have been displaced by the disasters. CNN

El presidente de Coca-Cola, sobre Telefónica: 'Un poco de patriotismo por favor'

El presidente de Coca-Cola España, Marcos de Quinto, se ha despachado a gusto en Twitter (@MarcosdeQuinto) sobre el ERE de Telefónica. De quinto arremete en la página de los 140 caracteres contra la decisión del presidente de Telefónica, César Alierta, de prescindir del 20% de la plantilla.
"Aunque sea perfectamente legal no todo vale en la vida. Un poco de patriotismo, por favor. O un poco de 'por favor' patriótico", dice en uno de sus mensajes. "Me pregunto si Alierta decidió la reducción del 20% de plantilla antes o después del encuentro de empresarios con ZP en Moncloa", recalca en otro.

Todos los tuits del presidente de Coca-Cola

  • @MarcosdeQuinto: Me pregunto si Alierta decidió la reducción del 20% de plantilla antes o después del encuentro de empresarios con ZP en Moncloa.

  • @MarcosdeQuinto: Esperemos que recoloque parte de la plantilla en 'móviles' si es que la razón es la mala marcha de la 'fija', porque neto-neto no van mal.

  • @MarcosdeQuinto: Hay quienes hacen el dinero AQUÍ con tarifas altas y lo reinvierten fuera con bajas. Luego sacrifican el empleo del lugar que les da el 'cash'.

  • @MarcosdeQuinto: Aunque sea perfectamente legal no todo vale en la vida. Un poco de patriotismo, por favor. O un poco de 'por favor'v patriótico #nomeconformo.
Sobre los históricos beneficios de la compañía de telecomunicación, el directivo de Coca-cola hace el siguiente sarcasmo: "Esperemos que recoloque parte de la plantilla en 'móviles' si es que la razón es la mala marcha de la 'fija', porque neto-neto no van mal".
En otro mensaje, De Quinto acusa a Alierta de 'hacer caja' en España para invertirlo en su expansión internacional: "Hay quienes hacen el dinero AQUÍ con tarifas altas y lo reinvierten fuera con bajas. Luego sacrifican el empleo del lugar que les da el 'cash'".
Aunque De Quinto suscribe estás opiniones a título personal, sus manifestaciones generan un nuevo debate sobre las redes sociales, que constituyen una vía no oficial a través de la cual los ciudadanos obtienen información desde dentro de la polémica.
El directivo de la multinacional más global se une así a destacados miembros del Gobierno como Rubalcaba, Salgado o Valeriano Gómez que ya se han manifestado en contra de la medida y coinciden en calificarla de "inoportuna". EL MUNDO

Calderón propone reformas judiciales para reforzar la lucha contra el narcotráfico

El presidente mexicano, Felipe Calderón, envió este lunes a los senadores y a los diputados sendas iniciativas con nuevas normas y sanciones para combatir con mayor eficacia el narcotráfico y acabar con la impunidad de quienes apoyan a los narcotraficantes y sus redes de sicarios.
La Presidencia precisó que la propuesta enviada al Senado busca "sancionar a quienes participan en diversas modalidades en las cadenas delictivas, inclusive cuando éstos no sean quienes directamente cometen los delitos o formalmente sean parte de las estructuras de los grupos criminales", advierte la Presidencia en un comunicado.
El Gobierno precisó que con estas normas se perseguirá a quienes faciliten "la realización de delitos cometidos por la asociación delictiva". La iniciativa plantea "nuevos tipos penales, bajo figuras como 'facilitación delictiva', mediante la cual se castigarían las actividades de los comúnmente llamados 'halcones' (vigilantes)".
Agrega que se incorpora la "responsabilidad penal para las personas quefaciliten, asesoren o brinden información o cooperación de cualquier especie que resulte idónea a otra persona para que pueda cometer o resuelva cometer un delito".
Los cárteles de la droga han creado estructuras de informantes ente civiles y policías, los cuales les avisan de la redadas policiales, de posibles víctimas y de negocios ilícitos.
Según fuentes académicas, más de medio millón de personas trabajan para los cárteles de las drogas mexicanos en distintas tareas que van desde el cultivo y traslado de estupefacientes hasta el ajuste de cuentas y lavado de dinero.
La iniciativa enviada a la Cámara de Diputados incluye propuestas de reforma a la Ley Federal del Sistema Penitenciario y la Ejecución de Sanciones, así como una reforma a la Ley Orgánica del Poder Judicial. Esta propuesta prevé la creación de infraestructura y tecnología en los penales de acuerdo con el nivel de seguridad y establece nuevos criterios para las obligaciones y derechos de los condenados.
Según el Gobierno, las propuestas reforzarán los instrumentos para que el Estado combata con mayor eficacia y con estricto apego a la ley a los narcotraficantes y sus redes de sicarios. Calderón pidió a los legisladores enriquecer las iniciativas para fortalecer las instituciones de seguridad con el fin de elevar los niveles de seguridad para los mexicanos. EL MUNDO

EEUU quiere deportar a un ex ministro de Defensa salvadoreño por torturador

Un ex ministro de Defensa de El Salvador pudiera ser deportado de Estados Unidos en los próximos meses si así lo decide un juez de inmigración en un juicio que comenzó el lunes.
El ex general Carlos Eugenio Vides Casanova enfrenta el proceso de deportación después de que las autoridades federales estadounidenses lo acusaron de propiciar la violación de derechos humanos y participó personalmente en actos de tortura durante la guerra civil que sacudió El Salvador hace 30 años, cuando el ex oficial ejerció como ministro.
Es la primera vez que Estados Unidos inicia un proceso de deportación contra un ex oficial de un país latinoamericano acusado de torturas, en un conflicto que contó, en aquel entonces, con el beneplácito de la entonces administración del fallecido presidente Ronald Reagan.

Lucha anticomunista

El Salvador vivió una guerra civil que opuso a los guerrilleros marxistas del Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMNL), ahora en el poder, y dos gobiernos militares y uno civil, amparados por la extrema derecha del continente, en particular la democracia cristiana.
En aquella época el conflicto fue visto por muchos observadores como encuadrado en una presunta 'expansión del comunismo' en el continente, tras el triunfo de la Revolución Sandinista en Nicaragua, en 1979.

Juicios anteriores

Vides Casanova vive en el sur de Florida desde 1989 como residente permanente, cuando se retiró del Ejército en su país.
Pero el año 2000 enfrentó un juicio entablado por los familiares de cuatro monjas estadounidenses que fueron asesinadas por el Ejército salvadoreño en 1980, cuando Vides Casanova era el jefe de la Guardia Nacional. Posteriormente fue nombrado ministro de Defensa.
En ese juicio, el ex ministro fue acompañado por su antecesor en el cargo, el también ex general José Guillermo García. Ambos fueron absueltos, y una corte de apelaciones desestimó el caso.
El 2002, ambos ex oficiales volvieron a los tribunales. Esta vez, cuando una organización defensora de derechos humanos , el Centro Pro Justicia y Responsabilidad, con sede en San Francisco, entabló una demanda civil en nombre de cuatro salvadoreños que acusaron a los hombres de torturas durante la guerra civil.
Un jurado de West Palm Beach, al norte de Miami, tras 20 horas de deliberaciones los encontró culpables y los condenó a pagar una indemnización de 54.6 millones de dólares, lo cual fue confirmado el 2006 por una corte de apelaciones.
A consecuencia de ello, Vides Casanova fue obligado a entregar 300.000 dólares en dinero y propiedades.

Presiones del Senado

El juicio que comenzó hoy en la ciudad de Orlando, centro de Florida, ocurre tras la presión hecha sobre las autoridades federales por dos senadores, el demócrata Richard J. Durbin, de Illinois, y el republicano Tom Coburn, de Oklahoma.
Las autoridades federales presentaron los cargos contra Vides Casanovas a fines del 2009.
El ex ministro Guillermo García enfrenta un proceso semejante, pero el tribunal no ha decidido aún la fecha del juicio.
Uno de los testigos de Vides Casanova es el ex embajador de Estados Unidos en El Salvador, Edwin Corr. Se espera que afirme que el ex oficialcolaboró con Washington en impedir los abusos de derechos humanos de las fuerzas a su cargo en la década de 1980, del siglo pasado, por lo cual fue condecorado por Reagan con la 'medalla al mérito'.

El testigo clave

Pero otro de los testigos, es el antiguo médico cirujano Juan Romagoza Arce quien, en el juicio civil de 2002, afirmó que Vides Casanova ordenó su encarcelamiento y lo interrogó personalmente.
Romagoza dice que fue torturado durante 24 días, entre diciembre de 1980 y enero de 1981, muchos de los cuales estuvo colgado cabeza abajo por lo tobillos y le propinaron descargas eléctricas en la lengua.
Según Romagoza, durante los interrogatorios los militares lo hirieron a propósito en la manos para que no pudiera ejercer como cirujano.
"Me dijeron que era la marca del izquierdismo. Me decían: 'No vas más a ser cirujano'", dijo Romagoza.
Durante los interrogatorios, el ex general "quería saber si familiares míos, también militares, andaban colaborando con la guerrilla", afirmó el ex médico emocionado.
Pero no era cierto, aseguró. Al no 'confesar', lo que Vides Casanova quería, "el tratamiento empeoró. Fue cuando se encargaron de destrozarme las manos".
El método no podía haber sido más sanguinario: le dispararon en las manos y el brazo izquierdo”. "Perdí la sensibilidad en siete dedos", dijo al jurado.
Además, Romagoza fue violado con un palo, le cortaron las falanges, lo encerraron varios días en un ataúd y dejaron que se le pudriera una herida en el tobillo provocada por un disparo.
"Dejaron que aparecieran gusanos allí. Decían que era mi comida", explicó, en el juicio de 2002.
Desde el año 2003, cuando del Departamento de Seguridad Interna creó la Oficina de Derechos Humanos, se han abierto 400 casos contra violadores de derechos humanos en países del continente, que se encuentran viviendo en Estados Unidos. EL MUNDO

Standard & Poor's advierte a EEUU de que podría bajar su nivel de solvencia

La agencia de calificiación de riesgos Standard & Poors ha lanzado un gran jarro de agua fría sobre los mercados financieros en general y, en particular, sobre los estadounidenses.
La agencia ha rebajado a "negativa" la perspectiva de la calificación de Estados Unidos. Es decir, advierte a la primera economía mundial de que su máxima nota de solvencia, la triple 'AAA', peligra aunque, de momento, la mantiene.
"Nuestra perspectiva negativa en la calificación de la deuda soberana estadounidense señala que creemos que hay al menos una probabilidad del 33% de que podamos rebajar la calificación a largo plazo de EEUU en dos años", manifestó el analista de S&P, Nikola Swann.
El anuncio, inesperado aunque no del todo, ha provocado una apertura bajista en Wall Street y ha acentuado las pérdidas en las Bolsas europeas, con la española dejándose más del 2%.

Recortes presupuestarios

No obstante, la firma indicó que la economía de Estados Unidos sigue siendo "flexible, diversificada y con altos ingresos", que está respaldada por una política monetaria "prudente y creíble" y que esto es evidente en su "habilidad de mantener el crecimiento mientras contiene las presiones inflacionistas".
"Aunque consideramos que estas fortalezas son por ahora mayores que los peligros fiscales y económicos, así como la gran deuda externa de Estados Unidos, ahora creemos que podrían no compensar completamente los riesgos de crédito en los dos próximos años para mantenerse al nivel 'AAA'", dijo Swann.
La agencia advirtió que hay un "riesgo material de que los legisladores de EEUU no lleguen a un acuerdo en cómo resolver los retos presupuestarios tanto a medio como a largo plazo para 2013".
"Más de dos años después del comienzo de la crisis, los legisladores estadounidenses todavía no han llegado a un pacto para revertir el actual deterioro fiscal o resolver las presiones fiscales a largo plazo", añadió por su parte Swann.
Por ello, S&P ha advertido a Estados Unidos que si para 2013 no se ha llegado a un acuerdo sobre esta materia y no se han comenzado a implementar medidas al respecto, "el perfil fiscal estadounidense sería sustancialmente más débil que el de las calificaciones 'AAA'".
La agencia reconoció que el presidente de Estados Unidos, Barack Obama, ha hecho público su plan de recorte de la deuda en 4 billones de dólares en los próximos 12 años, pero aseguró que estas propuestas son "un punto de partida" y alertó que "el camino para llegar a acuerdos continúa siendo desafiante porque las diferencias entre ambos partidos (demócrata y republicano) siguen siendo muy grandes".
Así, S&P advierte que los primeros presupuestos de Estados Unidos que podrían incluir este tipo de medidas para atajar los retos fiscales a medio plazo podrían ser los de 2014 o incluso después.
"Si los legisladores estadounidenses llegan a un acuerdo en las estrategias de consolidación fiscal, creemos que implementar esas medidas podría tomar tiempo, como demuestra la experiencia en otros países", apuntó la agencia.
S&P prevé que el déficit del Gobierno estadounidense "se reduzca gradualmente pero continúe algo por encima del 6 % del producto interior bruto (PIB) para 2013", y como resultado, la deuda de este país alcanzaría el 84 % para ese año, teniendo en cuenta que la agencia espera un crecimiento anual cercano al 3 % en EEUU. EL MUNDO

La escuela de la matanza de Río reabre sus puertas

La escuela pública Tasso de Silveira de Río de Janeiro, en la que hace dos semanas un antiguo alumno asesinó a tiros a 12 niños, reabrió este lunes sus puertas para una parte de los estudiantes, pero el reinicio de las clases aún depende de una evaluación de psicólogos.
Una parte de los escolares volvió este lunes a la escuela que fue escenario de la mayor matanza ocurrida en un centro educativo en Brasil, pero sólo para actividades recreativas y culturales y por pocas horas.
El regreso de los 1.150 alumnos de la institución se hará gradualmente esta semana pero a todos se les ofrecerán apenas actividades lúdicas, principalmente poesía y pintura, y ayuda psicológica.
"La normalización de las actividades lectivas es nuestra mayor preocupación, pero apenas lo haremos cuando, con la ayuda de psicólogos, sintamos que tanto estudiantes como educadores estánpreparados para reiniciar las clases", dijo el director de la escuela pública en el barrio de Realengo, Luis Maduck, a las puertas del centro.

Guardias y psicólogos

Ante los periodistas, la secretaria de Educación de la ciudad de Río de Janeiro, Claudia Costin, que acudió a la escuela para apoyar el reinicio de las actividades, garantizó que el centro educativo contará con psicólogos para ayudar a alumnos y profesores.
Tras una reunión con un grupo de padres de familia, Costin dijo que la alcaldía atenderá la mayoría de las reivindicaciones de los responsables de los alumnos, entre las cuales la designación de psicólogos para que trabajen en la escuela.
La alcaldía también aceptó reforzar la puerta del centro educativo con guardias municipales, la instalación de una pequeña enfermería, la contratación de inspectores y la oferta de ayuda especial para los alumnos en los que se note un comportamiento atípico, provocado por el ataque.
Según la dirección de la escuela, al menos 20 alumnos pidieron transferencia para otros centros educativos debido a que alegan no tener condiciones emocionales para volver a la escuela en la que ocurrió la tragedia.

Paredes pintadas

Las puertas de la escuela fueron reabiertas tras 11 días cerradas y después de que un grupo de antiguos alumnos y voluntarios pintara de blanco los muros de la institución.
La dirección de la escuela también realizó obras para derrumbar las paredes de las dos salas en las que el asesino concentró su ataque y convertirlas en un amplio salón que será destinado a una biblioteca.
El crimen, sin antecedentes en Brasil, ocurrió el 7 de abril en esta escuela pública de Realengo, un humilde barrio en la zona oeste de Río de Janeiro. El múltiple asesinato fue perpetrado por Wellington Menezes de Oliveira, de 23 años, un antiguo alumno que, aparentemente desequilibrado, entró en la escuela con dos revólveres y asesinó a balazos a 12 escolares para luego suicidarse ante la llegada de la policía.
El autor del crimen, según vídeos y cartas que dejó en su residencia y divulgadas en los últimos días por la prensa, dijo haber actuado como represalia al acoso escolar que confesó haber sufrido. EL MUNDO

Degollado en la sala de espera de un hospital de Buenos Aires

Sergio Paravagna acudió al hospital público porteño Santojanni para que le cosieran una herida en una mano, pero mientras aguardaba su turno en la sala de espera terminó apuñalado en el cuello y al borde la muerte.
Los médicos debieron realizar de urgencia una cirugía compleja para frenar la hemorragia al joven, de 22 años, que quedó ingresado en la sala de cuidados intensivos del hospital ubicado en el barrio de Mataderos.
Las cámaras de vídeo del centro médico grabaron la escena en la que un hombre, de unos 25 años, ingresó a la sala de espera, titubeó unos instantes, y finalmente identificó a Paravagna.
Mientras se dirigía hacia el joven, que estaba acompañado de su padre,lo acusó de haber querido asaltar su local de belleza 'Rebelde', situado a dos calles de allí.
A la vez desenfundó un arma blanca que llevaba en el bolsillo de la cazadora y le asestó una certera puñalada en el cuello, luego de lo cual se dio a la fuga perseguido sin éxito por el padre de la víctima.
"Lo traje para curarlo y por ahí me lo llevo muerto", explicó Paravagna padre, que confió haber caminado 30 calles con su hijo herido porque no tenía dinero para el autobús.
Marcelo Struminger, presidente de la Asociación de Médicos del hospital Santojanni, lamentó que la sala de espera "no tiene custodia" policial y sostuvo que el vigilante que había prometido la alcaldía en el interior del hospital "no estaba".
"Pensamos que con la presencia de las fuerzas policiales difícilmente alguien le quiera clavar un cuchillo a otra persona", dijo el profesional de la salud y aseguró que "la presencia policial es indispensable no sólo para el cuidado del personal sino de los pacientes".
El Gobierno de la presidenta peronista Cristina Fernández y el alcalde de Buenos Aires, el centroderechista Mauricio Macri, se culpan uno a otropor la falta de vigilancia de los hospitales, escuelas, y edificios públicos. EL MUNDO

El Departamento de Defensa concluye que McChrystal no violó el código militar

El Departamento de Defensa de Estados Unidos ha difundido un informe en el que pone en duda las afirmaciones de un artículo de la revista Rolling Stone sobre el general McChrystal.
Según el informe, "los acontecimientos no ocurrieron como se muestra en el artículo de la revista. En algunos casos, no encontramos a los supuestos testigos que habían dado la información".
El informe de Defensa también asegura que "no se ha podido confirmar que una fuente familiar" comentase que el general opinaba que el presidente Obama se sentía "inseguro e incómodo". Desde Defensa explican que tampoco han podido confirmar que un consejero del general dijese que McChrystal estaba muy decepcionado con el papel de Obama.
El artículo, firmado por el periodista Michael Hastings, contaba también que McChrystal solía ridiculizar al vicepresidente Joe Biden y que se refería al consejero de seguridad, James Jones, como "payaso".
Los datos ofrecidos por el Departamento de Defensa concluyen que no han encontrado suficientes pruebas para acusar al general McChrystal de haber violado el código militar.
McChrystal, hijo y nieto de militares, se formó en la academia militar de West Point en 1976 y empezó su entrenamiento en las fuerzas especiales dos años más tarde. Sirvió en Irak durante la guerra del Golfo Pérsico en 1991 y en 2003 fue comandante en jefe del Mando Conjunto de Operaciones Especiales.
En 2008, McChrystal pasó a ser director de la Junta de Estado Mayor, bajo el mando del almirante Mike Mullen, donde permaneció hasta su nombramiento al frente de las tropas en Afganistán en junio de 2009.
McChrystal fue destituido en 2010 al frente de las fuerzas de EEUU y la OTAN en Afganistán y fue fichado por la compañía Leadin Authorities, con sede en Washington, que se dedica a promover conferencias con figuras de alto perfil. EL MUNDO

luishipolito@outlook.com

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