sábado, 7 de maio de 2011

EUA vão pedir a extradição de esposa de Bin Laden ferida no ataque


Os Estados Unidos vão pedir a extradição de esposa  de Bin Laden ferida no ataque. Amal Ahmed Abdulfattah, 29 anos de idade e nascida no Iêmen, era a quinta e a mais jovem esposa de Osama bin Laden.
No dia da Operação Gerônimo (nome de lendário líder Apache), Amal estava no dormitório com Bin Laden e saiu ferida em razão de disparo feito quando do ataque realizado por 12 militares da tropa conhecida por Navy Seals: trata-se de tropa de elite formada em 1962 por determinação do presidente John F. Kennedy, após a fracassada tentativa de invasão da cubana Bahia dos Porcos.
Amal já foi ouvida pelas autoridades paquistanesas e o governo Barack Obama acha que chegou o momento de saber se o presidente Ali Zardari tem força para efetivamente colaborar. Para tanto, analisa, a pedido da CIA, um pedido de extradição da jovem viúva de Bin Laden.
Por evidente, a CIA tem interesse em saber detalhes sobre a vida transcorrida na residência que servia de esconderijo para Bin Laden. A jovem Ama Ahmed Abdulfattah, segundo vazou para a CIA, disse ter chegado com o marido Osama  à residência de Abbottabad no final de 2005.
O presidente paquistanês Zardari é permanentemente solapado pelo serviço secreto paquistanês (ISI).
O ISI (Inter-Services Intelligence) tem perfil filo-taleban e se envolveu na morte de Benazir Butho, candidata à presidente morta em campanha. Zardari, esposo de Benazir, foi o seu substituto e venceu a eleição. Outro envolvido no assassinato de Benazir foi o Hamza Bin Laden, filho de Osama bin Laden. O referido Hamza, de 20 anos de idade, foi morto também  na Operação Gerônimo.
Para tentar melhorar a imagem do Paquistão, visto como país que escondia e protegia o terrorista Osama bin Laden, o presidente Zardari exonerou o general Ahmad Shuja Pasha.
Zardari, em breve, receberá pedido de extradição da viúva Amal.
Wálter Fanganiello Maierovitch | TERRA MAGAZINE

Soldados do Exército são presos em São Paulo por emprestar contas bancárias a estelionatários

SÃO PAULO - Dois soldados do Exército foram presos em São Paulo suspeitos de participar de uma fraude. Segundo a polícia, eles emprestavam as contas bancárias para estelionatários em troca de uma porcentagem do que era depositado. A polícia diz que o dinheiro depositado na conta dos militares era desviado das regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste do país.


Luís Paulo de Lima Ribeiro, de 22 anos, foi preso quando tentava sacar R$ 6 mil de uma agência bancária na Avenida Paulista. Já Maurício Rodrigues dos Santos, de 24 anos, foi detido no quartel. Os dois são soldados da Polícia do Exército em São Paulo.

- Eles admitiram ter passado o número da conta, mesmo sem saber a procedência do dinheiro - disse o solado Neto, da Polícia Militar, que efetuou uma das prisões.

A polícia investiga se o dinheiro que foi parar na conta dos militares foi desviado por hacker que acessaram as contas correntes através da internet ou se um funcionário de um banco está facilitando o esquema. O que os militares já confessaram é que eles ficavam com um percentual do dinheiro e devolviam a maior parte.

Segundo a polícia, um menino de 14 anos era o responsável por coletar o dinheiro e levá-lo aos estelionatários. Os militares vão responder por furto mediante fraude e vão ficar presos no quartel general do Exército. O menor responsável pela coleta do dinheiro foi apreendido e a polícia agora procura os estelionatários. O GLOBO

Coordenador de coral jovem de igreja evangélica se passava por ninja e é preso acusado de molestar adolescente


O técnico em informática Daniel Pinheiro da Cruz, de 30 anos, foi preso nesta sexta-feira em casa, em Jacarepaguá, acusado de molestar sexualmente um adolescente de 15 anos e de ameaçar outro, de 17. Os jovens pertencem ao coral de adolescentes de uma igreja evangélica da Taquara, em Jacarepaguá, que era coordenado por Daniel. Após as denúncias, ele foi expulso da igreja.
As vítimas foram convidadas por Daniel — que, de acordo com a polícia, se denominava "ninja negro" em e-mails trocados com os garotos — para ingressarem num "clã ninja". Os dois aceitaram entrar no treinamento, cuja fase era chamada de "ninjet".
— Para virarem ninjas, os jovens eram orientados a não mais respeitar os pais e ensinados a mentir olhando nos olhos. A partir daí, teriam que passar por vários testes, como receber pingos de cera quente nus, ver filmes pornográficos sem terem ereção, serem masturbados por Daniel sem esboçar reação e tomar banho com ele. Para atingir o status de ninja, eles teriam que manter relações sexuais com Daniel, que eram chamadas de "caboom" — explicou o delegado Leandro Aquino, da 32ª DP (Taquara).
Apenas o rapaz de 15 anos teria sido estuprado por Daniel. Já o jovem de 17 anos não aceitou mais participar do treinamento quando os testes envolveram sexo. Quando decidiu abandonar o clã, Daniel teria começado a ameaçar matar seus pais.
Os pais do adolescente de 15 anos procuraram a delegacia e levaram os e-mails que o rapaz trocava com Daniel. Nas mensagens, Daniel enumerava os mandamentos do clã ninja e como seus integrantes deveriam se comportar.
Daniel foi indiciado pelos crimes de estupro e ameaça. Se condenado, pode pegar até dez anos e seis meses de prisão. Ele teve a prisão temporária por 30 dias decretada pela Justiça. Na casa de Daniel, os agentes apreenderam um computador, que será periciado. Os policiais também pediram à Justiça a quebra do sigilo de dados do e-mail.
A polícia já sabe que pelo menos outros quatro homens pertencem ao clã ninja. Eles também serão investigados. Um deles estaria acima de Daniel na hierarquia do clã.
— Também temos informações de que este clã pode pertencer à uma rede ainda maior, com sede em São Paulo — afirmou o delegado.
Ao EXTRA, Daniel negou ser ninja e disse que nunca ouviu falar de nenhum clã.
— Sou inocente — disse Daniel, que é casado. EXTRA ONLINE

Vítima de quadrilha passa 24 horas amarrada em árvore às margens da ERS-122

Um homem foi encontrado na manhã deste sábado, após passar cerca de 24 horas amarrado a uma árvore à beira da rodovia Vale do Sinos-Serra (ERS-122), em Portão. Ele teria sido vítima da mesma quadrilha que trocou tiros e feriu um policial militar, sexta-feira, em Flores da Cunha, na Serra.

A vítima, identificada como Alexandre Rocha, 36 anos, morador de Canoas, foi encontrada na manhã deste sábado no km 3 da rodovia, em Portão. Apresentava sinais de hipotermia, mas não tinha lesões aparentes. 

O homem foi visto por motoristas que seguiam pela estrada nesta manhã. Ele estava com pés e mãos amarrados e pedia socorro. Policiais do grupo rodoviário de Portão levaram Rocha para o hospital da cidade, onde ele foi medicado e liberado. 

Ele disse que foi abordado por quatro homens armados em um veículo cinza. Ele teria sido colocado em uma Van, onde ficou trancado até a noite. Depois foi amarrado em uma árvore, no matagal. 

A quadrilha que baleou o policial em Flores da Cunha havia abandonado ,um Honda Fit com placas de Porto Alegre, supostamente roubado de Rocha horas antes.

A ação na Serra

O sargento Ivonei José Romitti, 40 anos, foi baleado ontem, quando apurava uma denúncia na localidade de Capela Nossa Senhora do Carmo, interior de Flores da Cunha. Ele estava acompanhado da soldado Rogéria Graziela Ferri, 32 anos. Um morador havia informado que vira um Focus prata rondando as proximidades de um frigorífico. Além disso, outro carro, um Honda Fit, havia sido abandonado a cerca de 100 metros do estabelecimento, em uma estrada de chão.

Quando os policiais observavam a situação do veículo abandonado, os criminosos ingressaram na estrada de chão e pararam diante da soldado. Havia quatro pessoas no Focus, todos com coletes à prova de bala. A policial só teve tempo de correr para trás do Honda Fit e depois em direção à viatura. Em seguida, começou a troca de tiros.

O Corsa Sedan da Brigada Militar foi atingido por pelo menos três disparos. Romitti, que estava na margem oposta da estrada, refugiou-se em um barranco. O sargento foi ferido na coxa direita durante tiroteio. Ele foi internado no Hospital Nossa Senhora de Fátima e passa bem. 

Os criminosos fugiram pela RS-122, em direção a São Marcos. Policiais de Farroupilha e de Caxias do Sul reforçaram as buscas pelos criminosos. ZERO HORA

''Próximo passo será legalizar a pedofilia'', diz Bolsonaro

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), que se tornou conhecido por suas declarações homofóbicas, reagiu à aprovação da união estável entre homossexuais afirmando que ''o próximo passo será a adoção de crianças por casais homossexuais e a legalização da pedofilia''. 


Na quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável entre homossexuais, provocando a reação de parte da bancada congressita que era contra a medida. 

''O Supremo extrapolou. Quem tem de decidir isso é o Legislativo, com a sanção do Executivo. Agiu por pressão da comunidade homossexual e do governo. Unidade familiar é homem e mulher'', afirmou o deputado. 

Bolsonaro admitiu que discrimina os homossexuais e disse que não permite que seu filho de 3 anos brinque com crianças que tem pais homossexuais. ''Não quero que ele aprenda com o filho do vizinho que a mamãe usa barba, que isso é normal. Não vou deixá-lo nessas companhias porque o futuro do meu filho também será homossexual", disse o deputado. 

Além disso, ele criticou o Projeto de Lei 122, que prevê a criminalização da homofobia. ''Se ser homofóbico é defender as crianças nas escolas, defender a família e a palavra de Deus, pode continuar me chamando de homofóbico com muito prazer, pode me dar o diploma de homofóbico'', declarou. 

Atualmente, Bolsonaro se defende de quatro representações protocoladas contra ele na Corregedoria da Câmara dos Deputados, por acusação de racismo. 

O deputado responde a representações assinadas pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara; pelos deputados Edson Santos (PT-RJ) e Luiz Alberto (PT-BA) e pela Secretaria de Igualdade Racial porque disse em um programa de televisão que não gostaria que seu filho namorasse uma negra. AGÊNCIA ESTADO/ESTADO DE MINAS

Vídeos de Osama bin Laden são divulgados nos EUA

A rede de TV americana CNN disse neste sábado que funcionários de inteligência americana divulgaram vídeos do líder da Al Qaeda Osama bin Laden, morto no domingo no Paquistão pelos Estados Unidos.

Os vídeos, segundo o canal, foram confiscados no local onde Bin Laden foi morto no Paquistão, no que pode ser o material mais importante para as investigação sobre o terrorista já encontrado.

Em um dos vídeos. Bin Laden está sentado em uma cadeira, usando um casaco de lã com um cobertor sobre os ombros e ele segura o controle remoto da TV. De barbas brancas, ele parece assistir o noticiário sobre ele mesmo em canais de TV via satélite. FOLHA

Morre Lídio Toledo, médico da Seleção nas Copas de 94 e 98

RIO - Morreu neste sábado, aos 78 anos, o médico Lídio Toledo. Ele estava internado desde sexta-feira no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio, com insuficiência renal e problemas cardíacos.
Lídio Toledo foi médico da Seleção Brasileira tetracampeã do mundo em 1994, nos Estados Unidos, e na campanha vice-campeã de 1998, na França, quando aconteceu a polêmica contusão de Ronaldo na véspera da final, contra os anfitriões.
O ortopedista também trabalhou no Botafogo por muitos anos. Ainda não há informações sobre o velório e o enterro do médico.
O ex-goleiro e agora empresário Gilmar Rinaldi falou sobre a morte de Lídio Toledo por meio da sua conta no Twitter.  "Copa de 1994 Branco estava para ser cortado, dor nas costas, e ele bancou a todos e disse, eu recupero ele, assumo a responsabilidade", elogiou Rinaldi em um post.
"Um abraço a família do Dr.Lídio e sintam sempre orgulho deste grande homem e grande médico, descanse em paz", concluiu. JORNAL DO BRASIL

Número de motos no Distrito Federal salta de 25 mil em 2000 para 137 mil em 2011

As facilidades de locomoção e o baixo custo do veículo, além da precariedade do transporte público, aumentaram a quantidade de motocicletas nas ruas do Distrito Federal. Hoje, há uma para cada sete carros em circulação pela cidade. O crescente índice de condutores sobre duas rodas levou os agentes do Departamento de Trânsito (Detran) a intensificar a fiscalização sobre esse meio de locomoção. Nesta semana, as equipes percorreram várias regiões administrativas do DF e encontraram 16 motociclistas inabilitados, autuaram outros 43 e apreenderam 25 motocicletas em situação irregular.

O número de motos na capital federal quintuplicou nos últimos 11 anos. De 25 mil em 2000, a frota atingiu 137 mil neste ano. O gerente de Fiscalização do Detran, Marcelo Madeira, credita o salto às dificuldades encontradas por quem depende dos ônibus que servem às regiões administrativas do DF. “Com os problemas no transporte público, as pessoas preferem comprar uma motocicleta. O condutor que usa esse veículo como alternativa é até mais prudente, mas, muitas vezes, não tem o reflexo e a habilidade ideais”, observa.

Em 2000, as motocicletas representavam 4,4% do total de veículos da cidade. Hoje, contabilizam 11%. O supervisor de logística Valdim Rodrigues, 39 anos, faz parte dos brasilienses que engrossam as estatísticas. Há um mês, ele comprou uma moto. Apesar de considerar mais ágil, ele admite que o meio de locomoção é também mais arriscado. “O gasto com combustível é menor e dá para chegar aos lugares com rapidez. Mas existem muitos motoristas desatentos e motoqueiros ousados que só andam pelo corredor. Os acidentes acabam ocorrendo”, aponta.

As operações para coibir as irregularidades aumentaram nos últimos meses. Como no início do ano não havia espaço nos depósitos para veículos grandes, os agentes do Detran se concentraram na fiscalização de motoqueiros. “A ênfase apresentou bons resultados. Em março, não foram registrados acidentes fatais com motocicletas. Entendemos que era preciso continuar nessa linha”, explica o gerente de Fiscalização do órgão. Segundo Marcelo, somente no depósito de Taguatinga há 851 motos, cerca de 70% delas por falta de licenciamento.

Perigo

Mesmo com a quantidade elevada de motos nas ruas, o DF experimenta uma queda nos índices de acidentes. Em janeiro e fevereiro de 2011, nove pilotos morreram depois de se envolver em colisões. No mesmo período do ano passado, o número de óbitos chegava a 13.

No transporte sobre quatro rodas, há cerca de 20 feridos para cada óbito. Enquanto isso, nas colisões de motocicletas, 50 pessoas se machucam a cada morte, conforme as estimativas do Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito. “O carro é uma espécie de escudo. Mas, na motos, o condutor já está do lado de fora. Qualquer acidente com elas significa, no mínimo, ferimentos”, explica o especialista em segurança no trânsito e presidente da entidade, David Duarte Lima.

A exposição não é suficiente para conter a invasão de motocicletas no DF. Para David, além da precariedade do transporte público, o aumento se justifica pela facilidade de mobilidade com esse tipo de veículo. “Os ônibus em Brasília são impontuais e desconfortáveis. A pessoa tende a querer sair disso o quanto antes e, assim que pode, compra uma moto. Elas são versáteis, não ficam presas em congestionamentos e são mais fáceis de estacionar. Além disso, o custo é baixo em comparação a um carro”, pontua o especialista.

A popularização conquistou o público feminino. A vendedora Danielle Cristine de Sousa, 29 anos, usa o veículo há oito anos e percebe que a quantidade de mulheres sobre duas rodas cresceu com o passar do tempo. “Não tinha tanta moto nem tanta mulher. Mas existe uma competição. Alguns motoqueiros nos desrespeitam, dificultam a passagem”, afirma. Por conta dos perigos, Danielle prefere fazer as viagens longas em automóveis. “Os carros têm um ponto cego e tiram fino da gente. É muito arriscado”, acrescenta. CORREIO BRAZILIENSE

Polícia apreende mais de 600 pares de tênis falsificados na BR-040, em Juiz de Fora

Uma abordagem de rotina da Polícia Rodoviária Federal (PRF) terminou na apreensão de mais de 600 pares de tênis falsificados na madrugada deste sábado (7) na BR-040, em Juiz de Fora, na Zona da Mata Mineira.

De acordo com a PRF, o material foi encontrado dentro de um Furgão Ducato com placa de Belo Horizonte, que estava alugado para viagem e era conduzido por um homem de 48 anos.

Segundo os militares, a carga de 686 pares de tênis falsificados de várias marcas foi comprada em Nova Serrana, na região Central de Minas Gerais, pelo valor de aproximadamente R$ 17 mil.

Conforme a polícia, os produtos seriam entregues em uma feira no centro do Rio de Janeiro, onde seriam revendidos.

Ainda de acordo com a PRF, o motorista foi detido e levado para a Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora. Já a carga, foi apreendida. O TEMPO ONLINE

Acidente com carro a 190 km/h mata dois jovens na Ponte Rio-Niterói

Rio - Dois jovens morreram em um trágico acidente na Ponte Rio-Niterói, sentido Niterói, na madrugada deste sábado. Peritos do Instituto Criminalística Carlos Éboli (ICCE) constataram que o veículo estava a 190km/h quando o carro rodou e bateu na mureta de proteção na subida do vão central, antes de capotar na pista. A perícia informou que as vítimas estavam sem cinto de segurança.


O motorista do Golf preto, placa de Niterói LPU 2389, Eduardo Macedo Pinheiro da Fonseca, de 27 anos, sofreu múltiplas fraturas e traumatismo craniano. Ele trabalhava como tabelião substituto do 1º Cartório de Ofício de Justiça de Nova Iguaçu. No banco da carona estava a estudante de Direito, Fernanda Rodrigues de Figueiredo, de 23. 

Com o impacto da colisão e a capotagem, o corpo do motorista ficou preso às ferragens. Já o da carona foi arremessado para o banco de trás. Os peritos disseram que a estudante teria chances de escapar da morte se estivesse usando o cinto de segurança. A Polícia Rodoviária Federal informou que o acidente aconteceu por volta das 4h30m.  Duas faixas, sentido Niterói, fecharam por duas horas para remoção das vítimas e do veículo. 

Funcionários da concessionária que administra a via expressa confirmaram que o veículo rodou, bateu e capotou. A violência da colisão destruiu um atenuador de impacto, instalado na base suspensa da ponte no km 329, e deslocou a mureta de proteção. O airbag do veículo não funcionou porque o carro bateu de lado. O DIA ONLINE

Rock in Rio vende 90 mil ingressos em dez horas

Fãs formavam filas na manhã deste sábado diante dos pontos oficiais de venda de ingressos para o Rock in Rio, segundo o perfil oficial do evento no Twitter. À Folha, a organização informou que foram 90 mil ingressos vendidos, pela internet, de 00h01 às 10h deste sábado (7).

Apenas na primeira hora, 22 mil entradas foram vendidas.

Os ingressos para os shows do Rock in Rio começaram a ser vendidos à 0h01 deste sábado, pela internet. Em quiosques no Rio, a venda começa às 10h.

O preço para cada dia de evento é R$ 190 até o dia 31 de maio. A meia entrada custa R$ 95. A partir de 1º de junho, a inteira passa a custar R$ 220.

Na internet, os ingressos poderão ser adquiridos por meio do site Ingresso.com, ou no site oficial do evento.

No Rio de Janeiro, há postos fixos de venda nos shoppings Rio Sul, Barra Shopping, Nova América e na loja Leader, em Niterói.

Os organizadores esperam um público de 600 mil pessoas para os seis dias do evento, que acontece entre entre 23 de setembro e 2 de outubro. Deste público, pelo menos 50% deve ser de fora do Rio.

Nos dias do evento serão reforçadas as linhas de ônibus que vão para a Barra da Tijuca, e criada uma linha especial, com 300 ônibus, que vai do terminal Alvorada, o principal da região, para a Cidade do Rock.

Também serão criados pelo menos 10 pontos de ônibus na cidade com linhas especiais para o local dos shows. Os organizadores querem desestimular que o público vá de automóvel, e não disponibilizam nenhum estacionamento para carros particulares.

Entre os artistas estrangeiros confirmados estão Rihanna, Shakira, Elton John, Lenny Kravitz e os grupos Metallica, Coldplay, Red Hot Chili Peppers e Guns N'Roses.

A expectativa é que o evento movimente US$ 376 milhões na cidade. FOLHA

Concurso público oferece salários de até R$ 4.105 em Guarulhos

A empresa de economia mista da Prefeitura de Guarulhos Proguaru (Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S/A) abriu concurso para preencher 204 vagas para todos os níveis, inclusive fundamental incompleto.

Os salários variam de R$ 691,20 a R$ 4.105,32.

As inscrições podem ser feitas até 17/5 em www.ibamsp-concursos.org.br. O candidato também pode comparecer entre 10 e 18/5, das 9h às 16h, na av. Arminda de Lima, 788, Vila Progresso, Guarulhos. FOLHA

Eike Batista diz que será o bilionário número 1 do mundo

O empresário Eike Batista disse que pretende ser o homem mais rico do mundo. A afirmação foi feita em entrevista na conferência anual do Milken Institute's, centro de estudos sediado na Califórnia, nos Estados Unidos.

"Preciso competir com o sr. Slim [o mexicano Carlos Slim, que lidera o ranking de bilionários da revista 'Forbes']", disse o brasileiro. "Não sei se vou ultrapassá-lo pela direita ou pela esquerda, mas vou passá-lo", completou.

Na última edição do ranking da "Forbes", Eike foi classificado como o oitavo mais rico do mundo, a mesma classificação que havia obtido em 2010. A fortuna do empresário é estimada em US$ 30 bilhões. FOLHA

    Almirante de Pearl Harbor foi alvo fatal de vingança dos EUA

    Ele planejou um ataque no qual morreram mais de 2.000 mil americanos nos EUA, ficou fora de circulação durante alguns anos e terminou morto num ataque especialmente planejado para isso.

    Osama Bin Laden? Não. Isoroku Yamamoto (1884-1943), o almirante japonês que planejou o ataque aéreo à base americana de Pearl Harbor em dezembro de 1941, no Havaí, fazendo os EUA entrarem na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

    O caso mostra que a ideia de "assassinato seletivo" de líderes político-militares não é tão nova assim.

    Os dois episódios --o ataque japonês em 1941 e os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 promovidos pela Al Qaeda-- foram os maiores golpes sofridos pela maior potência econômica e militar em sua história. Criaram sede de vingança.

    Matar líderes adversários quase sempre foi um tabu na tradição militar ocidental. Na antiguidade clássica, tentar matar o general ou rei inimigo era uma maneira tradicional de vencer uma batalha; sem comando, as tropas perdiam coesão e não resistiam aos ataques. Mas a morte tinha que ser em batalha, não por traição ou perfídia.

    Com a profissão militar tornando-se mais aristocrática na era moderna, matar o chefe adversário passou a ser de péssimo gosto. Era tido como errado alvejar diretamente o comandante adversário.

    No século 20, a norma mudou. Guerras totais, como a Primeira e a Segunda mundiais, não tinham mais frescuras. Mesmo assim, foram poucos os casos de comandantes deliberadamente tornados alvos.

    Yamamoto havia vivido nos EUA e conhecia seu potencial econômico-militar. Mas viu-se na posição de ter de planejar um ataque contra os americanos. Deixou claro que conseguiria, no máximo, ficar na ofensiva por seis meses. Uma maneira de começar em posição vantajosa seria um ataque surpresa contra a principal base aeronaval adversária, Pearl Harbor.

    O ataque foi chamado de "dia da infâmia" pelo então presidente americano Franklin Roosevelt. E o presidente, ao saber que a inteligência militar soube que o planejador do ataque iria visitar bases japonesas no sul do Pacífico, não teve dúvidas: "Peguem o cara". Como agora fez seu sucessor Barack Obama em relação a outro inimigo, Osama bin Laden.

    Uma esquadrilha de caças de longo alcance P-38 Lightning foi enviada para abater o avião de transporte de Yamamoto em abril de 1943. Foi a mais longa missão de interceptação de caça da guerra e terminou com a morte do velho almirante.

    Não foi o único caso do gênero da guerra, embora tenha sido o único que foi bem sucedido. FOLHA

    Fazenda fiscaliza encomendas nos Correios e vai intimar compradores de mercadorias notificadas

    Saíram de cena as centenas de pedras preciosas e carregadores de celular e entraram na malha fina da Secretaria de Estado da Fazenda tablets, iPhones, cartelas de medicamentos e produtos femininos. A segunda operação da Fazenda no combate à sonegação de impostos relacionado às compras do comércio eletrônico encontrou 3.865 produtos irregulares distribuídos em 21 encomendas. Os compradores serão intimados a partir de segunda.

    A operação, envolvendo nove auditores fiscais, começou na sexta-feira às 8h30min e terminou às 14h no Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas dos Correios em São José. A equipe encontrou um fluxo de encomendas menor do que na primeira ação, feita dia 25 de março, quando foram identificados 7,9 mil produtos irregulares.



    — Os Correios colocaram todas as mercadorias à disposição para a fiscalização. A redução no número dos produtos irregulares foi proporcional à quantidade de encomendas circulando no centro de tratamento, que foi menor desta vez — avaliou o gerente de fiscalização da Fazenda, Francisco Martins.



    Os fiscais consideram irregulares as encomendas que chegam ao Estado sem nota fiscal. São enquadradas na mesma categoria aquelas que apresentam o documento, mas ele não condiz com o produto ou se o remetente está em situação irregular.

    — O que nos preocupou foi a quantidade de medicamentos, muitos com venda proibida e sem origem identificada, porque esta é uma questão de saúde pública. Além disso, a operação confirmou que o comércio eletrônico trabalha com um universo muito variado de produtos — disse Martins.

    Itens tecnológicos cobiçados, como tablets e iPhones, foram encontrados desta vez, assim como brincos, colares, anéis, bolsas e carteiras, que não tinham sido retidos na operação anterior, quando a fiscalização resultou na intimação de 40 pessoas físicas. Elas tiveram 10 dias úteis para justificar as irregularidades. 

    Sem a justificativa, a Fazenda emitiu 15 notificações, dando prazo de 30 dias para a regularização. O prazo ainda está valendo. Parte das 40 intimações retornou porque as pessoas não foram encontradas. O próximo passo é notificar estes contribuintes através de publicação no Diário Oficial do Estado.

    Depois de intimados ou notificados, devem pagar o ICMS devido e uma multa de 30% o valor do produto retido. Quem não regularizar a situação em 30 dias pode ter a execução fiscal decretada. Após 90 dias, perde o direito à posse da mercadoria, que vai à leilão, para o patrimônio estadual ou é destruída, no caso de medicamentos. DIÁRIO CATARINENSE

    A decisão exemplar do STF

    O Supremo Tribunal Federal (STF) sincronizou o Brasil com o século 21. Ao reconhecer por unanimidade a união estável entre homossexuais, a qual passa assim a ter status legal de família - como o casamento civil, a união entre um homem e uma mulher e a mãe solteira que vive com os filhos -, a Corte fez mais do que prover a igualdade jurídica que a Constituição assegura a todos os brasileiros. E que se sobrepõe, como fundamento do Estado Democrático de Direito, à definição, menos ou mais restrita, porém sujeita a mudanças, do conceito de família. O que a decisão tem de especialmente louvável é a sua contribuição para o avanço do processo civilizatório no País.
    Na atualidade, o grau de amadurecimento das sociedades nacionais se mede crescentemente pela legitimação da diversidade entre os seus membros. Segue-se cada vez mais ao pé da letra o princípio, ou o valor, segundo o qual as pessoas são livres para, nos limites da ordem jurídica, levar suas vidas como bem entenderem, desde que as suas escolhas não firam o interesse comum e os direitos de outros indivíduos. Obedecidos esses critérios, todos ganham e ninguém perde, como bem observou, no caso da chamada união homoafetiva, o ministro Carlos Ayres Britto, relator das vitoriosas ações impetradas, separadamente, pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat.
    "Não se pode alegar", afirmou, "que os heteroafetivos perdem se os homoafetivos ganham". A rigor, ganha o País, à medida que a equiparação expande, no plano institucional, o espaço à tolerância, ajudando a disseminar a aceitação das diferenças e o respeito pelas minorias. Tampouco se pode alegar que a Justiça está "institucionalizando a destruição da família", como reagiu um clérigo. Eles diziam exatamente isso em 1977, quando o Congresso aprovou o divórcio. Não consta que a família tenha sido destruída: aliás, o que também querem os homossexuais é formar a deles com os direitos a ela associados: pensão, herança, adoção de filhos, plano de saúde - em suma, a estabilidade jurídica de que desfrutam os parceiros de uma "convivência pública, contínua e duradoura", como prevê a lei.
    O Brasil vem de uma campanha presidencial sequestrada pela ostentação religiosa dos principais candidatos, cada qual procurando se mostrar mais identificado do que o outro com a visão ortodoxa das confissões cristãs sobre a questão do aborto. Era como se a proclamada adesão a uma forma particular de conceituar o termo "valores familiares" fosse indispensável para credenciar o candidato a exercer a Presidência da República - em um país, por sinal, cuja Constituição consagra o caráter laico do Estado. Foi um retrocesso para a cultura política brasileira, que não honrou as biografias nem do derrotado José Serra nem da vencedora Dilma Rousseff.
    O contraste disso com a exemplar votação do Supremo - cujos membros, ao que se saiba, têm todos religião - equivale à proverbial passagem da noite para o dia. Ademais, a Corte tomou a si, quando provocada, uma incumbência que, pela ordem natural das coisas, cabia ao Congresso Nacional. Os políticos se acovardaram diante da demanda de uma parcela da população. Uns, por serem contrários a ela. Outros, indiferentes ou mesmo favoráveis, mas não engajados, para não comprar briga com aqueles, estando a grande maioria de ambos os lados no mesmo confortável barco governista. A omissão do Congresso mostra ainda uma vez a sua distância em relação às questões da vida real dos brasileiros e seu desinteresse em criar direitos - salvo em benefício próprio ou dos seus patronos.
    E os parlamentares ainda se queixam de que o órgão máximo do Judiciário se apropria de suas atribuições, quando, na verdade, zela pelo cumprimento da Constituição, como a interpretam os seus integrantes. Veio do ministro Gilmar Mendes a resposta apropriada. "Não seria extravagante, diante das acusações de ativismo judicial, dizer-se que melhor saberia o Congresso encaminhar esse tema, como têm feito muitos Parlamentos no mundo todo", opinou. "Mas é verdade que o quadro que se tem é de inércia, de não decisão por razões políticas diversas". ESTADÃO

    Polícia Federal apreende munições em fazenda no Mato Grosso

    SÃO PAULO - Agentes da Polícia Federal de Mato Grosso apreenderam, na tarde desta sexta-feira, 6, quatro fardos de munições calibre 7.62 durante desdobramentos das investigações que levaram à Operação Casa Nova III.
    As munições estavam enterradas num tambor no meio da mata fechada, numa fazenda em Barão de Melgaço, cidade distante cerca de 110 quilômetros de Cuiabá. Uma pessoa na quinta-feira, quando teve início a operação, afirmou que um conhecido estaria guardando a munição na fazenda.
    O fazendeiro, residente em Poconé, foi convidado a prestar esclarecimentos na Superintendência Regional em Mato Grosso. Ele então confirmou que guardava as munições enterradas na sua propriedade, supostamente destinada apenas à criação de gado. As investigações da PF em Goiás davam conta que o traficante Leomar Oliveira Barbosa, conhecido como "Playboy", e ex-braço direito de Fernandinho Beira-Mar, arrendava uma fazenda no Pantanal com o fim de dar sustentação ao tráfico de drogas e outros ilícitos, com uso de aviões.
    Em Mato Grosso, havia dois mandados de prisão e um de sequestro de bens a serem cumpridos. Uma pessoa foi presa na quinta-feira em Cuiabá e levada para Goiânia. A outra foi presa já em território goiano, sendo que a aeronave empregada na entrada de cocaína no território brasileiro pertence ao traficante Playboy e foi apreendida no aeroporto de Mirassol d'Oeste (MT).
    A fazenda onde foram apreendidas as munições fica em local de difícil acesso, na região do Pantanal Mato-grossense, que está alagada na região de Poconé, razão pela qual foi solicitado o apoio de equipe da Companhia de Operações Aéreas da Polícia Militar. ESTADÃO

    Obama matou Bin Laden e feriu Bush



    José Luiz Teixeira

    De São Paulo

    São tantas e desencontradas as informações divulgadas pela Casa Branca sobre a Operação Gerônimo, que chego a desconfiar que seus executores não foram os "seals", e, sim, os nossos famosos "aloprados".
    Assim como no antigo caso dos dossiês montados pelos petistas, o assalto dos americanos à mansão de Abbottabad quase produziu efeito inverso ao esperado junto à opinião pública.
    Barack Obama ainda conseguiu sair vitorioso do episódio, mas tudo tem sido tão mal explicado, que permite aos jornalistas e ao público em geral produzir as mais diversas especulações a respeito do assunto.
    Obviamente, também tenho a minha teoria da conspiração; e me digam, meus poucos mas bons leitores, se ela não é a mais próxima versão da verdade.
    Bin Laden não havia sido ainda encontrado pela CIA por um motivo muito simples: isso não interessava ao governo americano.
    Se os Estados Unidos capturassem o líder da Al Qaeda, como George Bush iria justificar sua guerra ao terror?
    Que desculpas teria para justificar a invasão do Iraque? Ou do Afeganistão?
    Na maniqueísta luta do bem contra o mal, um não pode existir sem o outro - qualquer estagiário de Psicossociologia sabe disso.
    Bush resgatava no inconsciente coletivo o sentimento medieval das cruzadas; Bin Laden, o antigo aliado, o agora "anjo caído", vestia o figurino do Cão.
    Assim, o então presidente americano convencia o contribuinte de que era preciso aplicar bilhões de dólares no seu aliado complexo industrial-militar que mantém as guerras em funcionamento.
    Obama e os democratas precisavam desmontar esse esquema incrustado no governo durante os dois últimos mandatos republicanos.
    Para isso, seria necessário desconstruir a imagem do onipresente inimigo que, no imaginário da maioria silenciosa ianque, estava sob todos os turbantes que encontrassem pela frente.
    Deflagrar esse processo, entretanto, exigia a mudança lenta e gradual de algumas importantes peças do tabuleiro desse jogo de interesses.
    Provavelmente, uma personagem importante do antigo esquema a cair tenha sido o secretário de Defesa, Robert Gates, no cargo desde 2006, ou seja, desde a gestão anterior.
    A saída de Gates foi determinada no final de abril; poucos dias depois, a ação para caçar Bin Laden foi autorizada.
    Domingo passado, portanto, Obama matou o até então inatingível símbolo do terror universal, e feriu Bush.
    Três anos depois da vitória nas urnas, finalmente, parece estar conquistando o poder de direito e de fato.
    José Luiz Teixeira é jornalista. Formado pela Faculdade Cásper Líbero, trabalhou em diversos órgãos de imprensa, entre os quais as rádios Gazeta, Tupi e BBC de Londres, e os jornais O Globo, Folha de S.Paulo e Folha da Tarde. TERRA MAGAZINE

    Confiante, 'novo Guga' se diz capaz de vencer qualquer um

    Thomaz Bellucci circulava ontem com a sobriedade de quem apenas venceu mais um jogo. "O autocontrole me trouxe mais confiança", afirmou o tenista à Folha.


    O brasileiro contou que as condições em Madri --bola alta, quadra rápida-- o favorecem e disse treinar muito com seu técnico Larri Passos, dentro e fora das quadras, o controle emocional.

    "Gosto muito de jogar em Madri. As condições aqui são perfeitas para mim. Mas também estou tentando jogar com mais regularidade".

    Ontem, ele comemorou pouco, embora tenha tido o apoio da maioria da pouca plateia que assistiu ao jogo.

    Bellucci e Larri já miravam os top 10, estratégia para transformá-lo em "campeão como Guga". Mas o paulista não quer ser comparado ao ex-número um do mundo.

    Ontem em Madri, no entanto, tenistas e imprensa já se referiam a ele como um "novo Kuerten". "Não sei muito sobre ele, mas acho ótimo ter um brasileiro outra vez nas semis após o Guga", disse o suíço Roger Federer.

    Bellucci fala que a comparação é inevitável e se disse confiante. "Hoje me sinto capaz de vencer qualquer um".

    Folha - Você já entrou para a história. Como encara isso?

    Thomaz Bellucci - Como um passo a mais na carreira. Quando comecei a treinar com o Larri [Passos], a ideia já era ganhar dos top 10. Vínhamos treinando para isso.

    De que maneira?

    Ele identificou e citou alguns pontos que eu precisava melhorar para ganhar dos top 10, principalmente o controle mental. Ele gosta muito de trabalhar o emocional e, por ele ter feito isso com o Guga, me deu muita confiança.

    E a comparação com Guga?

    Temos carreiras muito diferentes, outra trajetória. Claro que espero resultados tão bons quanto os dele. Mas prefiro não pensar muito nisso e fazer minha trajetória.

    E o que falta no Brasil?

    Tudo. Apoio, incentivo, patrocínio, estrutura. Nenhum jogador do Brasil tem o que precisa para treinar e participar de torneios. Não nos dão nenhuma estrutura.

    NA TV


    Masters 1.000 de Madri
    11h e 14h
    Sportv 2 | FOLHA

    luishipolito@outlook.com

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