segunda-feira, 5 de março de 2012

Músicas de Michael Jackson teriam sido furtadas por hackers


Vários arquivos musicais de Michael Jackson foram supostamente roubados da gravadora Sony Music por hackers, informaram fontes familiares ao caso nesta segunda-feira.

A Sony Music, unidade da Sony Corps, assinou um contrato de US$ 250 milhões com os administradores dos bens de Jackson em 2010, um ano após a morte do cantor de "Thriller", para lançar dez álbuns com material inédito e toda a obra do cantor.

Na sexta-feira, dois homens compareceram perante um tribunal britânico acusados de crimes ligados a uma suposta quebra de segurança. Eles foram presos em maio do ano passado e acusados em setembro.

James Marks e James McCormick negaram as acusações sob a Lei de Abuso de Computadores e Lei de Direitos Autorais, Projetos e Patentes no Tribunal de Leicester.

De acordo com a Agência de Crimes Organizados Graves, eles foram libertados sob fiança e devem aparecer em julgamento em janeiro do próximo ano.

A Sony Music não fez comentários imediatamente sobre as alegações e o grupo lobista da indústria de gravadoras IFPI se negou a comentar sobre uma investigação em andamento.

Fontes não puderam confirmar as informações na mídia britânica de que dezenas de milhares de arquivos, a maioria deles de Jackson, foram supostamente baixados ilegalmente, embora os arquivos possam variar de pequenos trechos a músicas completas.

As alegações surgem menos de um ano depois de a Sony ter sido amplamente criticada sobre a segurança de seus sistemas quando hackers acessaram informações pessoais de 77 milhões de contas da rede do Playstation e Qriocity.

A empresa posteriormente revelou que hackers haviam roubado dados de 25 milhões de contas de um sistema separado, a rede de jogos para PC Sony Online Entertainment.

REUTERS/FOLHA

Jaguar Land Rover busca aliança de US$ 2,8 bilhões com chinesa Chery


A Jaguar Land Rover e a Chery Automobile estão tentando aprovação regulatória para uma fusão de 17,5 bilhão de iuans (US$ 2,78 bilhões) no leste da China, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento direto no assunto nesta segunda-feira.

A aliança, que terá sede em Changshu, perto de Xangai, fabricará inicialmente utilitários esportivos Land Rover e, na segunda fase, montará carros da Jaguar, disse à Reuters uma das fontes.

"O plano ainda está sujeito à aprovação da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma nesta atual fase. O tamanho do investimento pode sofrer ajustes dependendo disso", afirmou a outra fonte.

A joint-venture também precisa da aprovação de outros órgãos governamentais.

A Jaguar Land Rover, controlada pela indiana Tata Motors, já explorou alianças com outras companhias chinesas, como a Great Wall Motor.

Um porta-voz da Tata se negou a comentar o assunto. Executivos da Chery não estavam imediatamente disponíveis.

REUTERS/FOLHA

Após ameaça de Obama, Irã avisa que vai usar 'todas as opções'


O Irã pretende utilizar todas as opções de que dispõe para responder a uma possível agressão militar, de acordo com o Estado Maior das Forças Armadas desse país, em um comunicado publicado nesta segunda-feira.

Os militares iranianos responderam dessa forma às declarações do presidente dos EUA, Barack Obama, que ontem disse em um congresso do principal grupo de pressão judeu em seu país que espera resolver pela via diplomática as tensões com o Irã sobre a questão nuclear, mas que também disposto a usar a força.

No congresso anual do Comitê de Ação Política Americana-Israelense, ele declarou: "Todos preferimos resolver esse assunto diplomaticamente", mas acrescentou que não vai hesitar em "usar a força quando for necessário para defender os EUA e seus interesses", um tipo de ameaça já repetida pelas autoridades de Israel.

"As Forças Armadas [iranianas] advertem aos inimigos que, com a ajuda de Deus e com o apoio de seu grande povo, estão dispostas a usar todas as opções disponíveis frente aos mal-intencionados, agressores e invasores", afirma o Estado Maior iraniano, por meio de sua nota oficial, onde também insta os EUA e Israel a "abandanarem seu tom belicista".

EFE/FOLHA

Chega a 200 número de mortos em explosão de arsenal no Congo


O número de mortos por causa do incêndio e posteriores explosões em um arsenal na capital da República do Congo chegou a 200 pessoas, aos quais se somam centenas de feridos, informou nesta segunda-feira o jornal governista congolês "Les Dépêches", de Brazaville.

No entanto, o número poderia aumentar nas próximas horas, já que "os soldados das Forças de Segurança desdobrados continuam recuperando corpos enterrados sob os escombros" dos múltiplos prédios destroçados, disse o porta-voz do governo e ministro da Informação do país, Bienvenu Okiemy.

Em declarações pela televisão, Okiemy disse que o fogo no armazém militar do bairro de Mpila, iniciado na manhã de domingo e causado por um curto-circuito, "está sob controle", embora ainda existam "pequenos focos".

Segundo o porta-voz, as Forças de Segurança estão desdobradas por este bairro e pelos arredores, para assegurar que o caos e a destruição causados pelo fato não conduzam a atos de pilhagem nas lojas e casas da região.

Além disso, Okiemy disse que o governo congolês já tinha decidido a realocação dos quartéis militares, fora das cidades, um plano que afetava o situado em Mpila.

"Meus pais vivem não muito longe de Mpila e o teto de sua casa caiu. 

Felizmente, não estavam em casa no momento da tragédia, mas seus vizinhos não tiveram tanta sorte", explicou ontem a "Les Dépêches" uma jovem de Brazaville, cidade de um milhão de habitantes.

As explosões no depósito de armamento e munição do bairro de Mpila, próximo ao rio Congo, causaram enormes danos materiais não só em Brazaville, mas também em Kinshasa, capital da RDC (República Democrática do Congo), localizada na margem oposta.

Segundo pôde comprovar a Efe, um grande número de imóveis ficaram danificados em Kinshasa, entre eles o edifício do Escritório Nacional Congolês de Transporte, que fica no porto da cidade e que teve que ser evacuado.

EFE/FOLHA

luishipolito@outlook.com

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