O jornal judaico ultra-ortodoxo "Der Tzitung", editado pela comunidade hassídica em Nova York, apagou Hillary Clinton da agora famosa imagem na Casa Branca durante a morte de Osama bin Laden por proibir a publicação de fotos de mulheres em suas páginas, diz a emissora americana CNN.
Além da secretária de Estado dos EUA, outra mulher foi apagada na imagem manipulada. Trata-se da diretora nacional de operações contraterrorismo americana, Audrey Tomason, que aparece mais ao fundo da equipe na sala de controle em Washington.
A comunidade hassídica (também conhecida pelo termo chassídica) é um dos ramos do judaísmo ultra-ortodoxo, e tem suas próprias interpretações dos costumes e leis judaicas.
Um blogueiro postou a imagem em seu site e comentou que anos atrás as mulheres de rabinos ou da comunidade apareciam no jornal de forma censurada, para não serem identificadas. Agora, elas são simplesmente apagadas. FOLHA