Cercados de policiais, cerca de 200 manifestantes caminharam por ruas de Campinas (93 km de São Paulo) e se reuniram neste sábado (28) no Centro de Convivência, no bairro Cambuí, para realizar a Marcha pela Liberdade - ocorre ato semelhante em São Paulo.
Segundo a Polícia Militar, houve acompanhamento para evitar apologia à maconha.
Inicialmente chamada de "Marcha da Maconha", a manifestação foi proibida pela Justiça e teve de mudar de nome. Os integrantes caminhavam com cartazes, mas não mencionam a droga, apenas artigos da Constituição e frases pela liberdade de expressão.
A Polícia Militar e a Guarda Municipal não registraram nenhum incidente nem uso de violência até as 16h.
De acordo com organizadores, a passeata não objetiva incentivar o consumo de substâncias ilícitas, mas reivindica mudanças na legislação sobre as drogas.
FOLHA