"Foram registrados avanços no acesso ao tratamento, mas ainda há coisas por fazer. A América Latina promoveu o acesso universal à prevenção, ao tratamento e à atenção, mas ainda há obstáculos para alcançarmos as metas estabelecidas’, disse Núñez, durante entrevista coletiva.
Ele afirmou que o estigma e os preconceitos com relação aos portadores do HIV, além da falta de recursos, são os obstáculos que impedem maiores avanços na luta por se alcançar na América Latina a meta de ‘zero novas infecções, zero discriminação e zero mortes relacionadas com a Aids’.
Na Guatemala ‘7.500 novas infecções são conhecidas por ano, ou seja, 21 pessoas por dia, em média’, afirmou Patricia Rivera, coordenadora da OnuAids no país.
Núñez disse que de 8 a 10 de junho, na sede da ONU em Nova York, os países vão ‘expor como tem sido a resposta aos compromissos assumidos há 10 anos’, quando foi aprovada a Declaração de Compromisso sobre HIV/Aids.