Aconteceu, por volta das 8h deste domingo, a implosão dos quatros prédios e da chaminé da antiga fábrica da Brahma, que ficava ao lado do Sambódromo, no centro do Rio.
O prefeito Eduardo Paes acionou a explosão, do prédio da Universidade Estácio de Sá, na Avenida Presidente Vargas. A demolição faz parte do projeto de ampliação do Sambódromo e dará lugar a novas arquibancadas e camarotes.
Com a ampliação, a capacidade de público do Sambódromo irá de 60 mil para 77.688 pessoas.
Custeada pela Ambev, a intervenção vai resgatar o projeto original de Oscar Niemeyer, que previa um equilíbrio entre os dois lados da Marquês de Sapucaí. A reforma atende também ao compromisso da cidade com os Jogos Olímpicos de 2016 e prevê adaptações para a realização das provas de maratona (chegada) e tiro com arco.
A obra inclui a demolição do prédio da Brahma e do setor 2 (camarotes) para dar lugar a quatro novos blocos com arquibancadas, camarotes e frisas similares aos existentes do outro lado da Passarela do Samba.
FOLHA