A merendeira Wanuzi Mendes Machado, que confessou ter colocado veneno de rato no almoço de alunos, funcionários e professores da Escola de Ensino Fundamental Pacheco Prates, em Porto Alegre, já é considerada foragida. Segundo o delegado Cléber Lima dos Santos da Delegacia de Homicídios, que investiga o caso, foram feitas buscas na casa da jovem de 23 anos, mas ela não foi localizada. A polícia segue à procura da mulher.
Envenenamento de comida
Alunos, funcionários e professores da Escola de Ensino Fundamental Pacheco Prates foram levados para pronto atendimentos da região ontem, depois que uma professora desconfiou de grânulos de cor rosa na comida do almoço, um estrogonofe. Algumas pessoas reclamaram de mal-estar e dores de cabeça e barriga. A titular da Delegacia de Polícia Volante, delegada Clarissa Demartini, informou que foram encontrados pequenos sacos contendo um aparente veneno de rato e uma tesoura na cozinha da instituição. Na sexta-feira, a delegada confirmou que a substância é o raticida Nitrosin. Segundo o setor de pediatria do Pronto Atendimento da Lomba do Pinheiro, o produto pode alterar a coagulação do sangue, gerando sangramentos de diversos níveis de gravidade.
CORREIO DO POVO