sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Zuckerberg passou réveillon em Florianópolis, diz jornal


São Paulo - O CEO e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg passou o réveillon em Florianópolis, capital de Santa Catarina, segundo o jornal uruguaio El Pais.
De acordo com o jornal, Zuckerberg veio ao país, acompanhado de sua namorada Priscila Chan, após passar o Natal no Vietnã.
Na sequência, o casal teria viajado para Punta Del Este, no Uruguai, com um grupo de sete amigos.
Segundo o El Pais, a casa em Florianópolis teria sido alugada de um empresário americano. Para a ocasião, Zuckerberg teria contratado um chef, cozinheiro, duas arrumadeiras, dois guarda-costas e seguranças.
Os móveis também teriam sido trocados por novos, enquanto os animais foram levados para uma clinica veterinária, pois havia pessoas alérgicas no grupo.
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Acidente com balão mata 11 pessoas na Nova Zelândia


Sydney - Pelo menos 11 pessoas desapareceram nesta sexta-feira após a queda de um balão em Carterton, na Nova Zelândia.
As autoridades do país ainda não anunciaram o número total de vítimas fatais. Ocorreram várias mortes, mas ainda não podemos precisar quantas, disse à Agência Efe uma porta-voz da polícia neozelandesa.
Dez passageiros e um piloto viajavam no balão, que caiu por volta das 7h30 (horário local) em Carterton, a cerca de 80 quilômetros da capital do país, Wellington.
Fontes da área da saúde citadas pela rádio New Zealand afirmaram que nenhuma das 11 pessoas a bordo sobreviveu. 
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Os carros com os donos mais satisfeitos

São Paulo – O Hyundai i30 é o carro mais bem-avaliado pelos próprios donos, segundo a pesquisa “Os Eleitos” realizada pelo instituto GfK e a revista Quatro Rodas, da Editora Abril. Foram entrevistadas 2.931 pessoas que possuem algum dos 40 modelos incluídos na pesquisa – os mais vendidos do Brasil. O levantamento buscou relacionar quanto os consumidores esperam do automóvel que compraram com até que ponto essa expectativa é realmente atingida. A vitória do i30 foi a primeira de um modelo importado nos 11 anos em que foi feito o ranking de satisfação dos consumidores brasileiros. Nos dez anos anteriores, somente carros da Renault e da Honda fabricados no Brasil chegaram ao topo do pódio. Importado da Coreia do Sul, o Hyundia i30 também foi campeão na categoria de hatches médios.
Segundo carro mais vendido do Brasil, atrás apenas do Gol, o Novo Uno foi completamente renovado em 2010. A mudança agradou os consumidores e garantiu ao modelo a liderança entre os hatches compactos de entrada – a categoria também incluiu o Renault Clio, o Chevrolet Celta, o Peugeot 207, o Ford Ka, o Fiat Mille, o Fiat Palio e o VW Gol G4. O que sempre agradou no Novo Uno foi o design. Na época do lançamento, a Fiat deixou claro que a ideia era essa mesma: renovar o Uno de forma torná-lo novamente atrativo para o público jovem e ao mesmo tempo manter o Mille em linha para agradar quem precisa de um carro robusto e barato.
Carro mais vendido da Renault no Brasil, com mais de 80.000 unidades comercializadas em 2011, o Sandero é outro campeão de satisfação. O veículo é queridinho principalmente do público jovem. Na pesquisa, ele chegou ao primeiro lugar entre os hatches compactos premium, em uma categoria em que também concorriam o Fiat Punto, o Chevrolet Agile, o Citroen C3, o Volkswagen Fox, o Chevrolet Corsa e o Ford Fiesta.
Novamente o Honda Fit foi a minivan mais bem-avaliada pelos proprietários brasileiros. O carro é um sucesso de vendas em diversas países e faz sucesso até nos Estados Unidos, onde os consumidores costumam preferir carros maiores. No Brasil, o Fit também é líder de mercado em sua categoria, com mais de 28.000 unidades comercializadas em 2011.
A Volkswagen Saveiro foi, pelo segundo ano seguido, apontada pelos entrevistados na pesquisa como a melhor picape leve do país. O modelo, desenvolvido a partir da mesma plataforma do Gol e do Voyage, agrada muito quem precisa de espaço para carga, mas curiosamente vende muito menos do que a Fiat Strada. A picape da montadora italiana teve mais de 118.000 unidades comercializadas no ano passado, o que lhe garantiu o posto de quinto carro mais vendido no Brasil, atrás apenas do Gol, Uno, Celta e Classic. Já o modelo da Volks alcançou vendas de mais de 71.000 unidades.
Picape média que mais agrada os consumidores brasileiros, a Toyota Hilux é o modelo mais caro entre todos os vencedores dessa lista. O carro só é vendido com tração 4X4 e custa 83.000 reais com cabine simples e ao menos 90.000 reais com cabine dupla. Apesar de agradar os proprietários, a Hilux perde para a Chevrolet S10 em vendas no mercado brasileiro.
Dentro da pesquisa “Os Eleitos”, a revista Quatro Rodas costuma avaliar peruas e SUVs dentro de uma mesma categoria. Neste ano, quem despontou na frente foi a Fiat Palio Weekend. Em primeiro lugar, é curioso que mesmo com a forte expansão dos SUVs no mercado brasileiro, tenha sido uma perua a mais bem-avaliada na pesquisa. Outro fato a se notar é que, nas lojas, o Palio Weekend perde feio para a Ford Ecosport, que vendeu cerca de 16.000 unidades a mais no ano passado.
Além do Sandero, a Renault também emplacou o Logan no ranking “Os Eleitos”. O modelo foi o mais bem-avaliado entre os sedãs compactos. Desde que foi lançado no Brasil, o Logan sempre se destacou por possuir excelente espaço interno e de porta-malas quando comparado aos carros do mesmo segmento. Desenvolvido para mercados emergentes pela Renault, o carro possui um menor número de peças e gera menos despesas com manutenção.
O Kia Cerato não apareceu apenas como o melhor sedã médio na pesquisa como também foi o segundo mais bem-avaliado pelos proprietários no ranking geral, atrás apenas do Hyundai i30. O carro importado da Coreia do Sul custa a partir de 53.400 reais, mas pode ter reajustes agora que entrou em vigor o aumento do IP sobre os carros trazidos de fora do Mercosul e do México.

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Por que só a Polícia não resolve o problema da Cracolândia


São Paulo - A operação deflagrada pela Polícia Militar na última terça-feira na Cracolândia, região no centro de São Paulo onde o intenso tráfico e consumo de crack acontecem a olhos nus há vários anos, tocou em uma ferida aberta da cidade.
Com centenas de dependentes químicos comprando e consumindo drogas nas calçadas em plena luz do dia – entre eles grávidas e crianças –, habitando escombros de imóveis abandonados em condições extremamente precárias de higiene e praticando delitos para sustentar o vício, os problemas da região são mais que evidentes. Logo, não há dúvidas de que uma intervenção pública se faz mais do que urgente e não é de hoje. Segundo os responsáveis pela operação – que envolve esforços coordenados da Polícia Militar com diferentes órgãos municipais e estaduais ligados à saúde, desenvolvimento social e segurança pública – a ocupação da área por um efetivo de aproximadamente 100 policiais, incluindo agentes da Força Tática, da polícia montada e cães farejadores, visa a inibir a ação de traficantes, pavimentando, ao mesmo tempo, o caminho para que os agentes de saúde e de intervenção social possam atuar na área com segurança. Em três dias de ação, três suspeitos de tráfico foram detidos para averiguação e dez pessoas procuradas pela justiça foram presas, segundo o tenente coronel Wagner Torres, que comanda a operação. Além disso, foram removidas mais de 7,5 toneladas de lixo e entulho acumulados nas calçadas e prédios em ruínas da rua Helvetia e arredores, área que está sendo ocupada atualmente pela polícia. Edifícios abandonados que estavam sendo utilizados por moradores de rua foram lacrados e as ruas começaram a ser varridas e lavadas. “A situação lá estava intolerável. Tem pessoas que moram no local que não conseguiam pegar um ônibus há mais de um ano”, diz José Florentino, coordenador de atenção às drogas da cidade de São Paulo, destacando ainda os surtos de doenças contagiosas como tuberculose e conjuntivite, causados pela falta de higiene, afligiam os moradores do local. 
Críticas
 Apesar de bem recebida por moradores da região, a ocupação da área pela Polícia Militar – que deve ser mantida por “tempo indeterminado”, segundo o tenente coronel Torres – também foi alvo de críticas. “A Cracolândia é um bolsão de miseráveis usuários de droga. É um problema de saúde pública e um problema social. Não se trata de um caso de polícia. Não há um poderio militar a ser enfrentado. É tão eficiente quanto atacar o mosquito da dengue com armas”, defende Pedro Abramovay, professor da Escola de Direito da FGV-RJ e ex-Secretário Nacional de Justiça.
Para Daniela Skromov de Albuquerque, coordenadora auxiliar do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, a atuação da polícia não é só pouco eficaz, como também fere os direitos dos cidadãos. “A Polícia ocupou a rua e está impedindo que os moradores de rua fiquem na região. A impressão que dá é de que é uma política policial de varredura das pessoas tanto na Cracolândia quanto nas imediações. Não está sendo realizada uma ação para o combate ao tráfico e sim para expulsão das pessoas. Desbaratinar a área é tornar o problema menos visível”, defende. Para críticos da abordagem, esta poderia ser uma estratégia para valorizar imóveis e terrenos na região.
Refutando as acusações de que a ação da Polícia Militar teria um caráter meramente “higienista”, o Dr. Luiz Alberto Chaves de Oliveira, coordenador de políticas de drogas da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania, argumenta que a intervenção se fez necessária para tornar possível a implementação de políticas sociais e de saúde no local, que havia se tornado pouco seguro para os agentes e insalubre para os moradores. “Não somos nem higienistas, nem omissos. O poder público não pode se omitir diante de crianças e grávidas usando drogas nas ruas”, diz. 
Desafio móvel
 Outro desafio à atuação da Polícia Militar na região é que, ao contrário do que possa parecer, a Cracolândia não é um território delimitado. Ela muda de lugar conforme os usuários se movimentam. Logo após a intervenção da Polícia, noticiou-se com alarde que os “viciados” expulsos da rua Helvétia estavam se movendo para ruas e praças próximas – como a Avenida Duque de Caxias e a Praça Princesa Isabel –  e até bairros adjacentes – como a Santa Cecília, o Bom Retiro e a República. Mas esse movimento de migração não é inesperado – tanto que a própria Polícia Militar destacou parte do efetivo da operação “preventivamente” para estas áreas antes mesmo de iniciar a ação –, nem tampouco inédito. Os limites da Cracolândia foram mudando ao longo do tempo à medida que os usuários de crack foram se movendo, “empurrados” por ações policiais ou por outras dinâmicas internas ao próprio grupo – tanto que a área de revitalização definida pela prefeitura de São Paulo em 2004 como “Nova Luz” não compreendia a Rua Helvétia, principal alvo da atual ação.
Cientistas sociais que estudam o assunto, como Heitor Frúgoli Jr., professor do departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, usam inclusive o conceito de “territorialidade itinerante” para definir a natureza dinâmica da Cracolândia.
Além da força
 Mas se não há consenso quanto à necessidade ou efetividade da ação das forças policiais na Cracolândia, pelo menos em um ponto todos os envolvidos no debate – inclusive o próprio comandante da operação na Polícia Militar – concordam: a Polícia, sozinha, não resolve o problema. Políticas sociais e de saúde são fundamentais para atingir o cerne da questão. “É uma operação integrada com os diversos órgãos públicos municipais e estaduais. O objetivo maior, além de sufocar o tráfico, é oferecer uma possibilidade de tratamento e reinserção social para os usuários”, destaca o coronel.
Segundo Oliveira, coordenador de políticas de drogas da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania, estas ações precedem a intervenção da Polícia Militar, mas devem ser reforçadas em uma segunda etapa da operação. De acordo com ele, desde julho de 2009, órgãos municipais e estaduais vêm trabalhando juntos para criar os equipamentos necessários para melhorar o atendimento aos usuários de drogas da região. Foram construídos, por exemplo, 20 novos Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD) no período – atualmente, há 22 unidades do tipo na capital. Outro avanço importante, segundo o gestor público, foi a abertura de 80 leitos para internação de dependentes químicos no Hospital Samaritano, em um centro batizado de Serviço de Atenção Integral ao Dependente (SAID), e de 320 outras vagas em diferentes comunidades terapêuticas. Somente na região do Centro próxima à Cracolândia atuam 200 agentes comunitários de saúde – entre eles 20 enfermeiras, 10 médicos, além de assistentes sociais e psicólogos – 120 agentes de atenção urbana, que abordam os indivíduos e os encaminham a tratamentos, abrigos e outros serviços públicos, conforme as necessidades de cada um - sem falar nas diversas ONGs que atuam no local. 
De acordo com Oliveira, estes agentes não participaram da primeira fase da operação porque sua presença junto à Polícia Militar comprometeria o vínculo de confiança que deve ser estabelecido com os pacientes para que as intervenções tenham sucesso, mas continuam atuando nas imediações. Segundo o gestor, a região conta ainda com seis centros de acolhimento diurno – "tendas" onde as pessoas podem tomar banho, cortar o cabelo, fazer a barba, além de ter acesso a cursos e opções de lazer, além de ser abordadas para discutir opções de tratamento – que atendem cerca de 2 mil pessoas ao dia.
Futuro
 Apesar de todos esses esforços, cerca de 400 moradores de rua se concentravam somente na região da Rua Helvétia – entre elas 60 adolescentes e 20 grávidas – antes da chegada da Polícia, o que indica que ainda há muito o que ser feito.
Os especialistas defendem que, para ter sucesso, é necessário levar os serviços até os dependentes e adotar abordagens diferenciadas para os variados perfis de usuários. “As políticas que dão certo são as que respeitam a escolha do paciente, com atendimento no local, que evita internação, porque ela é traumática, afasta a pessoa do seu universo e dificulta a readaptação”, opina Abramovay. A prefeitura planeja promover mais ações neste sentido a partir de fevereiro, quando devem começar a operar 20 tutores de caso que farão acompanhamento individual a 20 pacientes cada. Outra iniciativa prevista para os próximos meses é a inauguração de moradias assistidas – 5 nos próximos seis meses e outras 10 até o final do ano – onde os dependentes químicos em recuperação terão acompanhamento psicológico e apoio no processo de reintegração social durante seis meses, tendo acesso inclusive a oportunidades de trabalho. Cada unidade abrigará, no máximo, 12 pessoas. Também está prevista para o fim do mês, a inauguração de um centro de assistência na Rua Prates, a cerca de dois quilômetros da Cracolândia, com área de convivência para até 1,2 mil pessoas, albergue para 150 adultos e abrigo para até 30 menores de idade. O espaço contará ainda com um CAPS AD e uma Assistência Médica Ambulatorial (AMA). Segundo Oliveira, a terceira fase da operação prevê a manutenção da segurança e da limpeza na região, bem como o aprimoramento dos serviços prestados aos dependentes químicos. “Não pode ser uma ação exclusivamente policial. Isso já aconteceu no passado e não teve sucesso”, afirma. “O objetivo de todo esse esforço é resgatar essas pessoas e dar a elas dignidade”, diz Florentino, coordenador de atenção às drogas da cidade de São Paulo. “São pessoas em situação de crise, são doentes, que precisam de atenção”, ele acrescenta. Com a ferida menos exposta, concordam os especialistas, é fundamental que não se deixe de procurar a cura definitiva para a doença.  
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Maior gestora do mundo traça 2 cenários para os mercados em 2012


São Paulo – A maior gestora de recursos do mundo, a BlackRock, divulgou nesta semana as suas projeções para 2012. É um ano que dá continuidade à crise europeia e que pode trazer ainda mais riscos, como uma desaceleração da economia chinesa ou ainda uma guerra entre Israel e Irã. Há, como o próprio texto alerta, fatos que não foram analisados e que podem ser protagonistas.
Mas como o que sobra para os analistas é analisar o que é possível ser visto, eis que a equipe da BlackRock traçou dois cenários. Um é o da “Divergência”, com um otimismo moderado. O outro, contudo, assume a concretização dos piores eventos que podem ser esperados para o ano. É o da Nêmesis, a deusa grega que semeia a destruição e a vingança sobre o orgulho. Isso mesmo que você leu.
Divergência
Para a gestora, o mundo irá experimentar uma crescente divergência nos preços dos ativos e na economia entre os emergentes de rápido crescimento e o endividado mundo desenvolvido. “Sob o cenário da divergência, as economias emergentes (incluindo a China) irão liderar em termos de crescimento, enquanto os EUA seguem atrapalhados e a Europa se encaminha para uma recessão seguida de uma lenta recuperação em 2013”, diz o texto.
Os analistas admitem que a tese do descolamento do mundo emergente em relação ao desenvolvido é antiga. Mas por que 2012 seria diferente? “Vemos duas razões principais. A primeira é que os formadores de políticas dos mercados emergentes têm bastante espaço para um afrouxamento monetário e estímulo fiscal. Segundo, os ativos dos mercados emergentes não estão mais sobrevalorizados na comparação com o mundo desenvolvido segundo o padrão histórico”.
Além disso, existe uma importante tendência de longo prazo que sustenta o investimento nos mercados emergentes, destaca a Black Rock. “O risco está ficando menor. As economias estão menos dependentes das exportações e voláteis. Os orçamentos fiscais têm espaço para a expansão e possuem menos dívida”.
Nêmesis
Neste cenário quase tudo dá errado. “Se a crise europeia sair do controle, isso levaria a Europa para uma recessão profunda que poderia se espalhar para o restante do mundo, incluindo a China. O resultado não seria apenas a adição de problemas, mas a multiplicação”, ressalta o texto.
Face a este cenário sombrio, não demoraria muito para detonar a Nêmesis, afirma a gestora. Os formadores de política podem falhar na estabilização dos mercados de títulos e de crédito e levar os bancos a se desfazer dos ativos de risco em massa. “O mundo desenvolvido pode impor medidas de austeridade que culminem em recessões e inquietação social”.
Há ainda a chance de um demasiado foco na crise europeia. “Outros potenciais catalisadores para o desenvolvimento da Nêmesis incluem um ataque de Israel às instalações nucleares do Irã que levaria o preço do barril do petróleo para 150 dólares, um choque de crescimento na China devido ao erro em decisões políticas ou uma greve de compradores de títulos do Tesouro americano por conta de uma preocupação renovada com o curso da política fiscal”.
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Marinha americana afirma que resgatou pesqueiro iraniano de piratas


Forças da Marinha americana recuperaram nesta quinta-feira um navio pesqueiro de bandeira iraniana que foi capturado por piratas no norte do mar Arábico, informou nesta sexta-feira em comunicado a Quinta Frota dos Estados Unidos, divisão com base no Bahrein.

O destróier USS Kidd detectou uma embarcação suspeita junto ao navio pesqueiro iraniano Al Molai, que informou anteriormente que tinha sido sequestrado por piratas.

Uma equipe do USS Kidd abordou o pesqueiro e prendeu sem resistência 15 piratas, que tinham tomado a embarcação e rendido a tripulação há cerca de 40 dias.

NAVIO-TANQUE

O barco iraniano estava sendo utilizado como embarcação-tanque para operações de piratas no golfo Pérsico, segundo o testemunho da tripulação, composta por 13 pessoas, informou o comunicado.

O fato ocorreu apenas dois dias depois de Washington advertir às autoridades iranianas de que o trânsito de navios da Marinha no Estreito de Ormuz continuará porque isso é necessário para o abastecimento de missões no Golfo Pérsico.

O destróier americano faz parte do porta-aviões John C. Stennis, que deixou o Golfo Pérsico no dia 29 de dezembro. Cinco dias depois, o chefe das Forças Armadas iranianas afirmou que a embarcação não poderia mais retornar.

REUTERS/FOLHA

Ex-guitarrista do Fletwood Mac morre aos 64 anos


Bob Weston, ex-guitarrista da banda Fleetwood Mac, morreu em Londres aos 64 anos. Segundo uma mensagem no site oficial do guitarrista, seu corpo foi encontrado em sua casa pela polícia no último dia 3. A polícia foi chamada por amigos que ficaram preocupados com seu sumiço.

A autópsia revelou que Weston morreu em decorrência de uma hemorragia gástrica.

O guitarrista passou pelo Fleetwood Mac de 1972 a 1974. Ele participou das gravações dos álbum "Penguin" e "Mystery to Me".

O músico deixou a banda após ser revelado que ele estava tendo um caso com a mulher de Mick Fleetwood, Jenny Boyd. Após a descoberta, Fleetwood demitiu Weston da banda e cancelou o restante da turnê que estava em andamento.

Weston colaborou com outros artistas e lançou trabalhos solo nas décadas de 1980 e 1990.

FOLHA

Clint Eastwood aparece sem Photoshop em capa de revista


Aos 81 anos, Clint Eastwood resolveu estampar "como veio ao mundo" a capa da revista "M", suplemento do jornal francês "Le Monde".
O ator e diretor americano aparece sem o recurso do Photoshop, editor de imagens que costuma corrigir defeitos como rugas e manchas.
Na entrevista à publicação, ele fala sobre seu novo longa, "J. Edgar", que tem Leonardo DiCaprio como protagonista.
O filme conta a história de J. Edgar Hoover, que ajudou a fundar o FBI (polícia federal americana), e causou polêmica ao abordar a possível homossexualidade dele.
FOLHA

Com doença terminal, Etta James deixa hospital


A cantora Etta James, 73, que estava internada desde dezembro em um hospital na Califórnia, recebeu alta nesta quinta-feira, segundo a agência Reuters.

James, que está em estágio terminal de leucemia, agora descansa em sua casa em Riverside, segundo sua empresária, Lupe De Leon.
"Todos nós achamos que é melhor para ela descansar em casa", disse De Leon.

James foi levada ao hospital após ter problemas em respirar. Ela tem sofrido com problemas de saúde há alguns anos e também sofre de demência.

FOLHA

Empresa chinesa compra fatia em blocos de petróleo no Brasil


Em mais um passo dos chineses no setor de petróleo do Brasil, a Sinochem Petróleo fechou acordo para adquirir participação acionária em cinco blocos exploratórios da Perenco, informou a companhia anglo-francesa nesta sexta-feira.

O acordo prevê a venda para a Sinochem de 10% de participação em cinco áreas localizadas na bacia do Espírito Santo, segundo comunicado da Perenco.

"A Sinochem vai financiar a Perenco em certos poços exploratórios em troca da aquisição de 10% de participação nas cinco concessões", informou a Perenco, ponderando que a transação ainda está sujeita a "certas condições".

A Perenco continuará sendo operadora dos blocos, com 40% de participação acionária. Outros 50% são detidos pela OGX, petroleira do empresário Eike Batista.

As concessões foram adquiridas em leilão da ANP (Agência Nacional do Petróleo) e ainda estão em fase inicial de exploração, segundo o comunicado.

O Grupo Sinochem, estatal chinesa, é a quarta maior empresa de petróleo daquele país.

REUTERS/FOLHA

Jaguar Land Rover busca área para instalar fábrica no Brasil


A marca de carros de luxo Jaguar Land Rover está em busca de um terreno no Brasil para a instalação de uma fábrica. Segundo o "Wall Street Journal", a companhia considera três centros industriais do país.

"O Brasil e o resto da América do Sul são um mercado muito interessante. É um mercado emergente, crescendo muito rápido", afirmou o presidente da Jaguar Land Rover, Ralf Speth. Segundo ele, a unidade brasileira deve ser uma réplica da fábrica indiana da empresa.

A previsão é que, inicialmente, a fábrica monte veículos da marca Land Rover. O valor do investimento não foi informado.

A Land Rover vendeu 8.185 veículos em 2011 e encerrou o ano com 0,24% de participação de mercado, segundo dados da Fenabrave (federação dos distribuidores de veículos).

Já a Jaguar vendeu 14 unidades no país no período de janeiro a outubro do ano passado, de acordo com a Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores). A associação ainda não divulgou o total de 2011.

A Jaguar Land Rover foi comprada por US$ 2,3 bilhões pela indiana Tata Motors em 2008. A empresa, assim como a maior parte dos fabricantes, vem mudando a estratégia de suas operações para dar maior foco a mercados emergentes.

No ano passado, o grupo inaugurou uma fábrica na Índia para montar o modelo Land Rover Freelander.

Speth afirmou que mantém esforços para conseguir finalizar uma parceria para começar a produzir na China, onde espera investir cerca de US$ 100 milhões.

FOLHA

Valor de empresas listadas na Bovespa cai 10,5% em 2011


O valor de mercado das empresas listadas na BM&FBovespa caiu 10,5% em 2011, em relação ao ano anterior, totalizando R$ 2,29 trilhões, referente a 373 companhias. Em 2010, o valor era de R$ 2,56 trilhões, referente a 381 empresas.

Segundo dados da Bolsa, as 182 empresas integrantes dos Níveis Diferenciados de Governança Corporativa, como o Novo Mercado, representavam 64,87% do valor de mercado no final de 2011, ante 65,65% em 2010, quando havia 167 empresas nesses níveis.

No ano passado, a média diária do volume financeiro movimentado na Bovespa ficou em R$ 6,49 bilhões em 2011, um recorde histórico. Em 2010, a média foi de R$ 6,48 bilhões.

O volume financeiro total também atingiu o recorde histórico de R$ 1,61 trilhão, superando a marca de R$ 1,60 trilhão, registrada no ano anterior.

O número total de negócios atingiu a marca histórica de 141,2 milhões em 2011, após recorde anterior em 2010, de 106,4 milhões. A média diária de negócios também foi recorde, a 567,2 mil, superando os 430,8 mil registrados em 2010.

REUTERS/FOLHA

Diretores de "Matrix" querem Natalie Portman em novo filme


Os irmãos Wachowski, diretores e roteiristas da série "Matrix", querem Natalie Portman em seu novo projeto, a ficção científica "Jupiter Ascending".

Portman já trabalhou com a dupla Lana e Andy Wachowski em "V de Vingança", em 2006, e fontes afirmaram ao jornal "Los Angeles Times" que a atriz está inclinada a aceitar o novo convite.

Caso ela aceite, será seu primeiro trabalho desde o nascimento de seu filho, Aleph, em meados de 2011.

Os irmãos Wachowski estão atualmente trabalhando na pós-produção de "Cloud Atlas", que tem Tom Hanks, Hugh Grant e Susan Sarandon no elenco.

FOLHA

Blogueira cubana Yoani Sánchez quer apoio para vir ao Brasil


A dissidente cubana Yoani Sánchez publicou um vídeo on-line pedindo ajuda à presidente Dilma Rousseff para vir ao Brasil. É sua quinta tentativa de viajar ao país.

No vídeo, divulgado pelo site "R7", ela diz ser impedida pelo governo de sair de Cuba.

"Gostaria de apelar ao conhecimento histórico e pessoal que [Dilma] tem de algo parecido com o que eu estou vivendo", afirma.

Ela foi convidada a participar do lançamento de um documentário na Bahia.

 Yoani é personagem do filme, que trata sobre liberdade de imprensa em Cuba e Honduras.

Escrevendo em um blog a partir de Havana, Yoani se tornou uma das principais vozes críticas ao governo de Cuba.

Desde 2004, ela não pode deixar o país. Leis de imigração exigem que cubanos recebam permissão do governo para viajar ao exterior.

FOLHA

Brad Pitt é visto usando bengala para caminhar


O ator Brad Pitt foi fotografado usando uma bengala ao sair de um spa em Beverly Hills, na Califórnia (EUA).
Segundo o site "E!Online", o ator disse aos fotógrafos que rompeu um ligamento do joelho.
O motivo da lesão não foi divulgado, mas tomara que ele se recuperar logo, já que tem seis filhos para correr atrás.
FOLHA

Lula faz terceira sessão de radioterapia contra câncer


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva realiza nesta sexta-feira (6) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a terceira sessão de radioterapia. Ele trata um câncer na laringe, diagnosticado em outubro.

Em até sete semanas, ele deverá receber entre 30 e 35 sessões, que acontecerão de segunda à sexta-feira. Ele não deve ficar internado durante o período.

A radioterapia pode ser a fase final de seu tratamento contra a doença. A cirurgia está descartada pelos médicos.

Na quarta-feira, Lula ficou no hospital por seis horas porque recebeu uma dose de quimioterápicos.

O medicamento, que será aplicado uma vez por semana, tem a função de potencializar o efeito da radioterapia.

Boletim assinado pela equipe médica afirmou que o tratamento aconteceu como o planejado.

Hoje, assim como ontem, ele deverá permanecer por menos tempo no hospital, pois a quimioterapia não será aplicada.

Em dezembro, o ex-presidente encerrou o ciclo da quimioterapia principal.

Desde o início do tratamento em outubro, o tumor na laringe, que tinha três centímetros de diâmetro, teve uma redução de 75%, de acordo com os médicos.

Com vista nas eleições municipais deste ano, Lula pretende retornar às atividades políticas em março.

Segundo o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, o ex-presidente tem trabalhado com uma fonoaudióloga para evitar o uso da sonda alimentar.

No período do tratamento, o ex-presidente virá todos os dias de sua casa em São Bernardo do Campo, que fica distante 22 quilômetros do hospital.

Okamotto disse ontem que se o trânsito piorar Lula poderá alugar um flat ou um quarto de hotel mais próximo.

O diagnóstico da doença foi feito em outubro passado, após o ex-presidente ter reclamado de rouquidão por algumas semanas. Dias antes, ele tinha comemorado 66 anos.

FOLHA

Inflação fecha o ano em 6,5%, no teto da meta do governo


Em um ano de choque de preços dos alimentos - principalmente no primeiro semestre -, disparada de serviços em decorrência da renda em alta e aumento de combustíveis e transportes, a inflação não suportou os focos de pressão e o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechou 2011 no teto da meta do governo, de 6,5% - mais do que os 5,91% de 2010 -, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (6).

Esta é a maior taxa desde 2004, quando o indicador ficou em 7,6%.

De um lado, a inflação foi mais alta em 2011 graças ao consumo aquecido, com o ingresso de mais pessoas nas classes mais altas, a expansão da renda e o desemprego em queda. Por outro, preços mais altos de commodities, especialmente até meados do ano, fizeram os alimentos subirem. Ainda que tenham avançado menos do que em 2010 (10,39%), o grupo alimentação teve alta de 7,18% em 2011.

Sozinha, a alimentação fora de casa - que também sofre a influência da maior renda disponível no bolso das pessoas e da consequente sofisticação do padrão de consumo -  foi um dos itens de maior peso na inflação do ano passado, com alta de 10,49%.

Maior pressão, porém, veio dos preços dos combustíveis, que subiram principalmente em decorrência do aumento do etanol. Com um safra frustrada de cana, o biocombustível subiu 15,75% em 2011 e puxou para cima também o preço da gasolina (alta de 6,92%) que tem álcool em sua composição.

Também pesaram os reajustes de ônibus urbano, que alavancou a alta de 8,09% do grupo transporte (6,05%), ao lado dos combustíveis. Os ônibus subiram na esteira dos combustíveis e da maior pressão e dos salários.
Em dezembro, o IPCA ficou em 0,50%, pouco abaixo do 0,52% de novembro.

Apesar da suave desaceleração da inflação em dezembro, os preços dos alimentos avançaram 1,23%, mais do que o 1,08% de novembro. Os alimentos ficaram pressionados por conta especialmente do reajuste das carnes (4,11%). Os artigos de vestuário também subiram, passado de 0,58% em novembro para 0,80% em dezembro.

Por outro lado, outros grupos perderam força. O de artigos de residência teve deflação de 0,87% em decorrência da redução do IPI para eletrodomésticos, itens que ficaram, em média, 2,68% mais baratos. O grupo transportes subiu apenas 0,01% graças à queda das passagens aéreas (-2,05%). Já o grupo comunicação subiu só 0,07% com o fim da influência do reajuste do telefone celular.

FOLHA

Novo iPhone consome duas vezes mais dados que modelo anterior


O novo iPhone 4S consome, em média, duas vezes mais dados que o modelo anterior e ainda mais que o tablet iPad, pelo uso crescente de serviços on-line como o software de voz Siri, conforme estudo divulgado nesta sexta-feira.

Quando a Apple lançou o iPhone 4S, em outubro, as ligeiras mudanças apresentadas decepcionaram analistas e críticos, mas a demanda do consumidor pelo aparelho vem se mantendo forte e os compradores estão usando seus novos celulares intensamente.

Os usuários do iPhone 4S transferem, em média, três vezes mais dados que os do iPhone 3G, modelo anterior usado como referência em um estudo pela Arieso, companhia de tecnologia de redes.

O consumo de dados do modelo precedente, o iPhone 4, era apenas 1,6 vez superior ao do iPhone 3G, enquanto o tablet iPad 2 consome cerca de 2,5 vezes mais dados que o iPhone 3G, segundo o estudo.

A atual geração de smartphones tem maiores exigências de banda às operadoras de telefonia móvel, em função da oferta de aplicativos mais desenvolvidos e do uso mais intenso de vídeo.

O aumento acentuado no consumo de dados coloca mais pressão sobre as operadoras de telefonia móvel para que acelerem investimentos na ampliação de capacidade de redes, considerando que já enfrentam congestionamento em função da demanda ampliada por serviços móveis de dados.

O consumo de dados de um celular inteligente depende do que o usuário solicita do aparelho.

"Uso o iPhone 4 e, quando ouvi falar inicialmente dos recursos do 4S, não me convenci a correr para comprá-lo. Mas os números sobre consumo de dados que tenho visto me fazem supor que esteja perdendo alguma coisa", disse Michael Flanagan, vice-presidente de tecnologia da Arieso.

Segundo ele, os tablets usam interfaces e plataformas de software parecidas com as de um celular inteligente e, por isso, seu consumo de dados se assemelha ao dos smartphones mais sofisticados.

"Um tablet continua a parecer um celular inteligente aumentado", acrescentou Flanagan.

REUTERS/FOLHA

Apple proíbe empresa chinesa de lançar bonecos de Steve Jobs


A Apple, acérrima defensora de sua marca e produtos, exigiu que uma companhia chinesa desista de seus planos de vender um boneco de Steve Jobs, ao considerar que o brinquedo viola os "direitos autorais" da empresa, publicou nesta quinta-feira a imprensa americana.

A notícia, que a Apple não confirma nem desmente, foi destacada inicialmente pelo diário britânico "The Telegraph" e disseminada rapidamente por blogs americanos especializados em tecnologia.

Segundo essas informações, a Apple teria enviado um pedido de cessação das atividades ao fabricante chinês In Icons, que atualmente está produzindo um boneco de 12 centímetros de altura à imagem e semelhança de Jobs, falecido em 5 de outubro.

A empresa chinesa deve comercializar a partir de fevereiro o brinquedo por US$ 99,99 em caixas que imitam às da Apple e a capa da popular biografia de Jobs.

O executivo-chefe da In Icos, Tandy Cheung, assegurou em uma entrevista à emissora americana "ABC News" que sua empresa continuará a produzir os bonecos de Steve Jobs mesmo com a resistência da Apple.

"A Apple pode fazer o que quiser que eu não pararei. Já começamos a produção. Steve Jobs não é um ator, é só um famoso. Não há leis de direitos autorais para proteger pessoas normais. Steve Jobs não é um produto, portanto não acho que a Apple tenha direitos sobre ele", indicou Cheung.

EFE/FOLHA

Google vence disputa por "YuTube.com" e outros quatro domínios

Em decisão publicada nesta quinta, um tribunal arbitral dos EUA concedeu ao Google o direito a cinco domínios semelhantes ao YouTube.com: youtbe.com, youtub.com, youtue.com, youube.com e yutube.com.


Por enquanto, os endereços ainda estão nas mãos do antigo dono - todos pertenciam a uma mesma pessoa, que não é identificada no processo.

O juiz Harold Kalina baseou sua decisão em três resoluções da Icann (órgão que fiscaliza a internet nos EUA). As regras determinam que: um domínio não pode ser idêntico ou gerar confusão com outro serviço ou marca registrada, o dono do domínio deve ter interesses legítimos nele e o domínio deve ser usado com boa-fé - o que, é claro, não era o caso.

O usuário desavisado que errasse alguma letra da palavra YouTube era direcionado a um site de pesquisa falso, que tinha o intuito de reunir informações pessoais dos usuários em troca de falsos prêmios.

FOLHA

Serviço digital de música Grooveshark é processado pela EMI


O serviço de música on-line Grooveshark foi processado pela gravadora EMI Group, que acusa a empresa de não pagar royalties desde que fechou um acordo de licenciamento para transmitir música em formato stream, quase três anos atrás.

A EMI, gravadora de artistas como Beatles e Coldplay e que está sendo vendida para o Citigroup, apresentou queixa contra a Escape Media, a controladora do Grooveshark, a um tribunal estadual de Nova York.

A queixa surge um mês depois que três outras grandes gravadoras - a Universal Music, da Vivendi; a Sony; e a Warner Music Group - abriram processo federal contra o Grooveshark por violação de direitos autorais sobre milhares de canções.

Kristin Harris, porta-voz do Grooveshark, afirmou via e-mail que "se trata de uma disputa contratual que esperamos resolver".

Na queixa, a EMI informou que o Grooveshark havia admitido por escrito e verbalmente que era devedor de royalties, mas que não havia realizado qualquer pagamento ou fornecido informações contábeis.

A EMI alegou que o Grooveshark "continua a explorar" suas obras enquanto ignora repetidas demandas de prestação de conta e pagamento.

A queixa menciona supostas estimativas escritas e verbais do Grooveshark no sentido de que deve ao menos US$ 150 mil, mas a EMI afirma acreditar que o valor devido "excede em muito" essa estimativa.

O Grooveshark se define como "o maior serviço mundial de busca musical e música sob demanda", com 30 milhões de usuários ativos ao mês, 15 milhões de canções em seu catálogo e 14 bilhões de canções transmitidas em modo stream a cada ano.

A empresa afirma que sua política é honrar os pedidos de retirada de canções apresentados pelos detentores de direitos autorais a fim de cumprir legislação dos Estados Unidos e outras leis de propriedade intelectual.

REUTERS/FOLHA

luishipolito@outlook.com

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